quinta-feira, 31 de março de 2011

Reino Monera

REINO MONERA

                                                             ultima aula

Monér significa um, são os únicos seres procariotos que existem, e deram origem às outras células.
Agrupam as bactérias e as cianobactérias.

CARACTERÍSTICAS DO REINO MONERA

a- Todos são unicelulares;
b- Todos são procariotos (não possuem núcleo), possuem nucleóide;
b- Quanto a nutrição podem ser autotróficos ou heterotróficos.
   Os seres autotróficos se dividem em quimioautotróficos e fotoautotróficos. Os quimioautotróficos retiram a energia da ligação dos átomos dos compostos da natureza e produzem glicose. Os fotoautotróficos retiram a energia da luz do Sol para produzir glicose; as cianobactérias representam os fotoautotróficos.

   Já as bactérias heterotróficas se dividem em decompositores e patogênicos. Os decompositores promovem  a ciclagem dos nutrientes do ambiente, e também estabelecem relações harmônicas com alguns seres vivos. Por exemplo bactérias + leguminosas (soja, feijão, etc). A leguminosa dá abrigo para a bactéria, e a bactéria transforma o nitrogênio (N2) em NO3, NO4 e NH4 e dá para a leguminosa, que os transforma em proteínas. Os patogênicos são causadores de doenças.


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As bactérias, como já vimos são unicelulares e possuem nucleóide, sem uma membrana revestindo o seu material genético, portanto as bactérias são seres procariotos. Ao redor da membrana plasmática há uma estrutura que protege e dá forma à célula e essa estrutura é chamada de parede celular; algumas bactérias possuem cápsula bacteriana, que fica ao entorno da parede celular. Algumas bactérias também apresentam flagelos, que permitem o deslocamento da bactéria.
   O diâmetro ou largura das bactérias vai de 0,5 a 1 micrômetro (um milésimo de milímetro). São classificadas conforme sua forma: as que são esféricas são chamados de cocos e outras tem forma de bastão, os chamados bacilos, as bactérias que possuem forma de vírgulas são os vibriões. Algumas formam hélices que são os espirilos e as espiroquetas (que tem forma de espiral, podendo ou não possuir flagelo). Algumas também são chamadas também sarcina (cocos formando cubos), estreptococos (cocos em fileira), diplococo, estreptobacilos e estafilococos.







   As bactérias formam grupos com várias bactérias chamadas colônias, por exemplo os estreptococos.
    
   Quanto a nutrição a maioria das bactérias são heterotróficas (se alimentam de outros seres vivos), porém existem bactérias autotróficas(conseguem produzir o seu próprio alimento), as cianobactérias. Algumas bactérias são fotossintetizantes e outras quimiossintetizantes. Algumas cianobactérias se organizam em colônias juntamente com os fungos, originando os líquens.
   As bactérias podem ser aeróbias (usam o oxigênio na respiração), outras que não precisam do oxigênio para conseguir energia e utilizam um processo conhecido como fermentação, essas são conhecidas como bactérias anaeróbias. 
  

   As bactérias se reproduzem por cissiparidade ou divisão binária simples, às vezes trocam o seu material genético com outra, surgindo uma nova variedade de bactéria. Se em condições normais uma bactéria pode se reproduzir de vinte em vinte minutos. 
   

   Algumas bactérias têm sua nutrição dada pelo encontro de organismos mortos ou de seus detritos. Os seres vivos que absorvem substâncias orgânicas de organismos mortos ou de seus detritos são chamados de saprórios. 
   Na decomposição as substâncias orgânicas são transformadas em substâncias minerais, essas serão absorvidas por plantas e outros seres autotróficos. A matéria é ciclada e volta a integrar o corpo das plantas, depois essa matéria poderá fazer parte de outros seres que se alimentam das plantas.
   Portanto sem as bactérias e os fungos não haveria decomposição e ciclagem de matéria.
   Sem as substâncias minerais feitas na decomposição não existiriam nutrientes para as plantas e outros seres autotróficos, por consequencia, os seres heterotróficos não existiriam.

   Alguns tipos de bactérias são capazes de se associar a outros organismos e conseguir alimento sem lhes prejudicar. Esse tipo de associação de organismos sem prejuízo para nenhum dos dois é chamado de comensalismo. 
   Certos organismos bacterianos, porém habitam o corpo de outros organismos vivos e lá se reproduzem e alimentam e ao organismo hospedeiro causam doenças, estas são as bactérias parasitas. Este tipo de relação em que um dos organismos se beneficia e outro se prejudica é chamado de parasitismo; organismo que abriga o parasita é chamado de hospedeiro. 
   Outras bactérias podem trazer benefícios ao parceiro como bactérias que vivem em nosso intestino que pegam parte do nosso alimento, mas nos dão algumas vitaminas que nos são úteis. Este tipo de relação entre dois organismos em que os dois organismos beneficiam um ao outro é chamado de mutualismo.

   O nosso organismo possui várias defesas contra os micróbios, como a epiderme (parte externa da nossa pele) e pelas mucosas (tecido que forra as cavidades do nosso corpo) como: as vias respiratórias nariz e traqueia.
   Se o microorganismo conseguir passar a primeira linha de defesa (mucosas) será atacado por células especiais, como por exemplo alguns glóbulos brancos do sangue que "comem" bactérias. Esse processo que acabamos de descrever é conhecido como fagocitose.
Obs.: outra linha de defesa é a criação de anticorpos.
   Quando nossas defesas naturais não conseguem conter as bactérias recorremos aos antibióticos, vacinas e soros específicos para aquela bactéria.   

Ciclo litico e lisogênico


BACTERIÒFAGO

Os vírus diferem das bactérias por serem muito mais pequenos, de constituição não celular e parasitas intracelulares. Adicionalmente não são capazes de crescer em meios de cultura não vivos. Apesar disso é possível estudá-los no laboratório, detectando a sua presença pelos efeitos que provocam nas células que infectam. Existem vírus com especificidade para diversos tipos de células, tanto eucarióticas como procarióticas. A estrita dependência de células hospedeiras deve-se à sua incapacidade para sintetizar as enzimas necessárias aos mecanismos da sua propagação. Ao penetrarem nas células são capazes de usar as enzimas do hospedeiro em seu próprio proveito. O estudo de vírus que parasitam células vegetais ou animais exige recursos específicos para cultura de tecidos, sendo estas técnicas em geral demasiado demoradas para execução em aulas práticas do nível que aqui se pretendem desenvolver. Para além disso e apesar da especificidade para certos hospedeiros a utilização de vírus de eucariotas exige cuidados de contenção biológica bastante apertados. Os vírus que parasitam as bactérias, os bacteriófagos ou simplesmente fagos são de mais fácil manipulação, exigem a aplicação de técnicas gerais de microbiologia, menos demoradas por via das rápidas taxas de crescimento das bactérias usadas. Os cuidados para o confinamento biológico das experiências também não precisa de ser tão apertado como para o uso de vírus eucarióticos. Quando um fago infecta uma bactéria receptiva uma de duas coisas acontecerá: a lise ou a lisogenia da bactéria. Quando ocorre a lise o metabolismo da bactéria é reorientado para a síntese do DNA genómico do vírus e das proteínas para produzir as partículas fágicas maduras. Usado o material celular disponível, a célula rebenta e liberta os viriões maduros, capazes de re-infectar novas bactérias que encontrem. Os bacteriófagos que provocam a lise da bactéria são chamados de virulentos ou líticos. Quando a infecção não conduz à morte da bactéria, estabelece-se entre esta e o vírus um relacionamento designado por lisogenia e o fago é denominado de temperado ou lisogénico. Nestes casos o DNA do fago é integrado no cromossoma da bactéria e esta cresce normalmente. Ocasionalmente uma destas bactérias entra em ciclo lítico e liberta viriões capazes de infectar outras células. A evidência visual da lise de uma bactéria é conseguida pela cultura da bactéria em meio sólido, em camada uniforme e infecção de algumas células com o bacteriófago. A camada de bactérias, naturalmente opaca, apresenta círculos claros correspondentes aos locais em que um fago infectou e destruiu a população de células vizinhas. São as placas virais. Nos casos de fagos lisogénicos, como só algumas das bactérias entram em ciclo lítico, estas placas são translúcidas.

Características e estruturas dos Vírus

Os vírus são seres diminutos, visíveis apenas ao microscópio eletrônico, constituídos apenas por duas classes de substâncias químicas: ácido nucléico (que pode ser DNA ou RNA) e proteína.
São seres acelulares (que não possuem estrutura celular) e precisam de células que os hospedem. Por isso, todos os vírus são parasitas intracelulares obrigatórios.
O vírus invade uma célula e assume o comando, fazendo com que ela trabalhe quase que exclusivamente para produzir novos vírus. A infecção viral geralmente causa profundas alterações no metabolismo celular, podendo levar à morte das células afetadas. Os vírus causam doenças em plantas e animais (incluindo o homem).
Fora da célula hospedeira, os vírus não manifestam nenhuma atividade vital e se houver alguma célula compatível à sua disposição, um único vírus é capaz de originar, em cerca de 20 minutos, centenas de novos vírus.
Até o momento, poucas drogas se mostraram eficazes em destruir os vírus sem causar sérios efeitos colaterais. A melhor maneira de combater as doenças virais é através de vacinas.

Capsídio

Capsídio é o envoltório do vírus, formado por proteínas. Além de proteger o ácido nucléico, o capsídio tem a capacidade de combinar-se quimicamente com substâncias presentes na superfície da célula. Alguns vírus podem apresentar lipídio, proveniente da membrana da célula onde se originaram.

Material Genético

Cada espécie viral possui um único tipo de ácido nucléico, que pode ser DNA ou RNA, onde estão inscritas as informações necessárias para a produção de novos vírus.

Vírion

A partícula viral, quando fora da célula hospedeira, é chamada de vírion. Cada espécie de vírus apresenta vírions de formatos diferentes.

Especificidade viral

Um tipo de vírus ataca apenas determinados tipos de células, por que o vírus só consegue infectar a célula que tiver em sua membrana substâncias às quais ele possa se ligar.
Por exemplo: o vírus da poliomielite infecta apenas células nervosas, intestinais e da mucosa da garganta. O vírus da Rubéola já consegue infectar maior número de tecidos humanos. O vírus da gripe é bastante versátil e pode infectar diversos tipos de células humanas.

Reprodução

A reprodução envolve dois aspectos: a duplicação do material genético viral e a síntese das proteínas do capsídio. O vírus entra na célula hospedeira, inibe o funcionamento do material genético da célula infectada e passa a comandar as sínteses de proteína.

Bacteriófado e Célula

Bacteriófago (esquerda) e uma célula (direita).

Bacteriófago

Esse vírus (Bacteriófago T4), se reproduz em certas linhagens de bactéria Escheirchia coli. Ao entrar em contato com a bactéria, adere à parede celular por meio de certas proteínas presentes nas fibras de sua cauda. Na cauda desse vírus, estão presentes também enzimas que são capazes de digerir e perfurar a parede da célula bacteriana. O DNA do bacteriófago é injetado no citoplasma celular.

Vírus:

Os vírus são seres diminutos, medindo cerca de 0,1µm de diâmetro, com dimensões apenas observáveis ao microscópio eletrônico. Basicamente são constituídos por ácido nucleico, que pode ser o DNA ou o RNA, envolvido por um invólucro proteico denominado capsídeo, que além de proteger o material genético, combina-se quimicamente com receptores membranares das células parasitadas.

Esses seres são acelulares, não possuindo orgânulos que
desempenham a complexa síntese bioquímica. Somente exprimem atividades vitais: reprodução e propagação, no interior de uma célula hospedeira. Portanto, são considerados parasitas intracelulares obrigatórios.

Quando a relação parasitária se estabelece, o material genético virótico assume o comando da célula, voltando quase que
exclusivamente o metabolismo para originar centenas de novos vírus em questão de minutos.
Alguns são classificados como envelopados, possuindo um envelope lipoproteico procedente da membrana da célula hospedeira. Nessa classificação, enquadra-se com destaque o vírus da Imunodeficiência Humana -HIV.

Geralmente, o termo vírus faz referência ao processo de instalação / infecção em organismos eucariontes (que possuem material genético envolvido por membrana nuclear) enquanto o termo bacteriófago, é designado aos vírus que se instalam em procariotos (organismos que não possuem membrana nuclear envolvendo o material genético da célula: bactérias).

Atualmente foram identificadas aproximadamente 3.600 espécies, que podem infectar bactérias, plantas e animais, bem como se instalar e causar doenças ao
homem. Cada doença com particularidades quanto ao modo de transmissão, características da infecção e medidas profiláticas.
As doenças viróticas que mais acometem o organismo humano são as seguintes: Gripe, Catapora ou Varicela, Caxumba, Dengue, Febre Amarela, Hepatite, Rubéola, Sarampo, Varíola, Herpes simples e Raiva.
 

Taxonomia:

Taxonomia e a ciências usada para clasificar os seres vivoc de acor com Linel no livro systema naturea.

REINO: No reino se encontram todos os animais de todas as espécies,genêro,familia,ordem,classe e filo.
 FILO: Um reino pode ser dividido em grupos menores chamado filos.
CLASSE: Cada filo por sua  vez pode ser subdividido em grupos menores chamados classe.
ORDEM:Cada classe então e dividida em ordens.
FAMÍLIA :Cada ordem pode ser dividida em famílias.
GÊNERO: Cada família e composta por vários gêneros.
ESPÉCIE: Espécie e o conjunto de organismos semelhantes entre si e capazes de cruzar e gerar descendenntes férteis.


Mitocôndria

A mitocôndria é um dos organelos celulares mais importantes, sendo extremamente relevante para respiração celular. É abastecida pela célula que a hospeda por substâncias orgânicas como oxigênio e glicose, as quais processa e converte em energia sob a forma de ATP, que devolve para a célula hospedeira. Sendo energia química que pode ser, e é, usada em reações bioquímicas que necessitem de dispêndio de energia. A mitocôndria está presente em grande quantidade nas células: do sistema nervoso (na extremidade dos axônios), do coração e do sistema muscular, uma vez que estas apresentam uma necessidade maior de energia. A palavra mitocôndria vem do Grego μίτος ou mitos, fio/linha + χονδρίον ou chondrion, grânulo.

Cloroplasto

Cloroplasto é uma organela presente nas células das planta e outros organismos fotossintetizadores, como as algas e alguns protistas. Possui clorofila, pigmento responsável pela sua cor verde. É um dos três tipos de plastos (organelos citoplasmáticos cuja fórmula varia de acordo com o tipo de organismo e célula em que se encontra), sendo os outros dois os cromoplastos e os leucoplastos.
Cloroplasto é a organela onde se realiza a fotossíntese. Os cloroplastos distinguem-se bem dos restantes organelos da célula, quer pela cor, quer pela sua estrutura, geralmente laminar, possuem RNA, DNA e ribossomas, podendo assim sintetizar proteínas e multiplicar-se.
No seu interior apresenta um líquido semelhante ao que preenche as mitocôndrias, o estroma. O sistema de membranas onde se encontra a clorofila encontra-se organizado em tilacóides, agrupados em grana.
A fotossíntese típica dos cloroplastos também é realizada por algumas bactérias, as cianobactérias, o que é considerado como uma das evidências nas quais se baseia a teoria endossimbiótica de origem dos cloroplastos. Segundo esta teoria, os cloroplastos teriam se originado de uma cianobactéria ancestral vivendo em simbiose dentro da célula eucariótica precursora. Essa teoria também é empregada para explicar a origem das mitocôndrias

Fumções :

1. Pili ou fímbrias:São estruturas curtas e finas. Servem para fixar a bactéria a outra ou a outros tipos de células.Um tipo especial de pili e o pilus sexual que permite a troca de materia genético.

2. Flagelo: Responsável pela locomoção

3. Ribossomos: São responsável pela síntese de proteínas da célula sendo encontrada em grande números.


4. Citoplasma: Feito de água,áçucar,aminoácidos,proteínas e sais.

5. Membrana plasmática ou membrana celular: Proteção e permeabilidade seletiva.

6. Parede celular bacteriana: a parede celular é uma estrutura rígida, mais espessa que a membrana plasmática e que recobre toda a célula conferindo às bactérias sua forma característica. É composta basicamente por peptidoglicanos (proteínas ligadas a açúcares).

7. Cápsula bacteriana: a cápsula bacteriana é constituída de polissacarídeos que protege a célula bacteriana contra desidratação, fagocitose e ataque de bacteriófagos.

8. Nucleóide: O nucleóide é o próprio DNA bacteriano; este consiste no ácido desoxirribonucléico associado com proteínas. O DNA bacteriano esta ligado a uma dobra da membrana plasmática chamada MESOSSOMO.

Regras de nomenclatura:

1. O nome do gênero é escrito em primeiro lugar.
2. O nome do gênero é sempre sublinhado ou em itálico.
3. A primeira letra do nome do gênero é sempre maiúscula

Nome específico

1. O epíteto específico é escrito segundo.
2. O epíteto específico é sempre sublinhado (quando manuscrito (script mão)) ou em itálico (quando na imprensa).
3. A primeira letra do nome do epíteto específico não é capitalizado
Homo sapiens L.-em italico  
Homo sapiens L. -sublinhado  
                                                           As regras  
         1. Na denominação científica de uma espécie, os nomes devem ser latinos ,de origem latina ou, então, latinizados.

2. O nome de uma espécie deve ser binominal, ou seja, o táxon espécie consta de dois nomes (uma para gênero e outra para espécie).

3. O nome do gênero (que é substantivo) deve ser escrito com letra inicial maiúscula.

4. O nome da espécie (que geralmente é um adjetivo) deve ser escrito com letra inicial minúscula.

5. Em obras impressas (digitados), todo nome científico deve ser escrito em itálico (tipo de letra fina e inclinada), diferente do corpo tipográfico usado no texto corrido. Em trabalhos manuscritos, esses nomes devem ser obrigatoriamente sublinhados.

6. Seguindo o nome da espécie, é facultado colocar por extenso ou abreviadamente o nome do autor que primeiro descreveu e denominou sem qualquer pontuação intermediária, seguindo-se depois uma virgula e a data em que foi publicado pela primeira vez.

Arvore filogénetica



A árvore filogenética, também apelidada de árvore evolutiva ou ainda árvore da vida, ilustra as relações de parentesco entre grupos de organismos que habitam
Para melhor explicar esta relação evolutiva constrói-se um diagrama, em forma de árvore, onde troncos representam os ancestrais comuns dos quais derivaram os diferentes grupos de seres vivos representados nos ramos.
o planeta Terra.

Célula animal

Célula vegetal:

Célula bacteriana:

Evolução da atmosfera terrestre:

A Terra tem aproximadamente 4,5 bilhões de anos. Ao longo desse tempo o planeta passou por diversas transformações e o mesmo ocorreu com a atmosfera terrestre que não apresentava a mesma composição química atual. Entendendo as marcas deixadas pelas transformações do nosso planeta através da química, da geologia e da biologia é que poderemos reconstituir a atmosfera primitiva de modo a avaliar sua magnitude e transformações.
  A atmosfera terrestre vivenciou conseqüências sofridas pelas mudanças para a manutenção da vida na Terra. Há aproximadamente 3,5 bilhões de anos o planeta passou por um processo importante que foi o aparecimento de vida na Terra, que acarretou uma série de desequilíbrios na atmosfera. Nesse período, a atmosfera possuía características redutoras com uma crosta castigada por altas doses de radiação UV (ultravioleta) e rica em hidrogênio, metano e amônia. A intensa radiação solar promovia a transformação do metano e da amônia a nitrogênio e dióxido de carbono através de processos fotoquímicos

Teoria de Oparin Haldane

O biólogo inglês Haldane e o bioquímico russo Oparin, em meados da década de 20, aprofundaram-se, de forma independente, na teoria proposta anteriormente pelo biólogo inglês Huxley, denominada teoria da evolução química (ou molecular). As publicações, coincidentemente de mesmo nome (A Origem da Vida), foram apresentadas em 1929 e 1924, respectivamente.
Segundo essa teoria, metano, amoníaco, hidrogênio e vapor de água eram os gases que predominavam na Terra primitiva. Compostos por elementos básicos da constituição de todos os seres vivos (carbono, hidrogênio, oxigênio e nitrogênio), estes eram liberados a partir de atividades vulcânicas; ficando retidos em razão da força gravitacional e dando origem à atmosfera primitiva.
A partir de tais pressupostos, esses cientistas acreditavam que a vida seria resultante de um processo de evolução química, na qual os compostos presentes na atmosfera se combinaram, dando origem a moléculas orgânicas. Para tal, descargas elétricas provenientes das grandes tempestades, além da grande incidência de raios ultravioleta, forneceram energia suficiente para a ocorrência das reações químicas entre as substâncias presentes.
Essas, levadas pela água das chuvas para oceanos primitivos, puderam formar, mais tarde, moléculas orgânicas mais complexas. Tais moléculas, unidas às de água, deram origem aos coacervatos: uma primitiva organização de substâncias orgânicas.
Em um sistema parcialmente separado do meio, estes efetuavam trocas com o ambiente externo, ao mesmo tempo em que seus compostos reagiam entre si. Deste princípio, em determinado momento, surgiram sistemas envoltos por membrana lipoproteica, com uma molécula de ácido nucleico em seu interior. Mais tarde, ao adquirirem capacidade de reprodução, puderam originar outros sistemas semelhantes: os primeiros seres vivos do planeta.
Mais tarde, Stanley Miller, estudante da Universidade de Chicago, criou em laboratório um dispositivo que simulava as condições primitivas da Terra, conseguindo “criar” compostos orgânicos a partir deste.
Apesar do fato destes serem constituídos por estruturas menos complexas, tal experimento pôde demonstrar a formação de compostos orgânicos a partir de determinadas condições ambientais; reforçando as ideias de Oparin e Haldane.

Abiogênese

Segundo Aristóteles, autor desta teoria, e influenciado pela teoria platónica da existência de um mundo das imagens, afirmava que as espécies surgem por geração espontânea, ou seja, existiam diversas fórmulas que dariam origem às diferentes espécies. Isto é, segundo ele, os organismos podem surgir a partir de uma massa inerte segundo um princípio activo. (Por exemplo, nascer um rato da combinação de uma camisa suja e de um pouco de milho).

A panspermia:

A panspermia, proposta no fim do século XIX, é uma teoria que busca explicar a origem da vida. Segundo ela, nosso planeta foi povoado por seres vivos ou elementos precursores da vida oriundos de outros planetas; que se propagaram por meteoritos e poeira cósmica até a Terra.

Essa teoria ganhou mais força com a descoberta da presença de substâncias orgânicas oriundas de outros locais do espaço, como o formaldeído, álcool etílico e alguns aminoácidos. A descoberta de um meteorito na Antártica, na década de 80, contendo um possível fóssil de bactéria também reforça a panspermia.

Para muitos, aceitá-la apenas responderia sobre o surgimento da vida na Terra tornando, ainda, obscura a resposta acerca de como ela se formou, realmente. Além disso, muitos cientistas argumentam sobre a possibilidade quase negativa de seres extraterrestres atravessarem os raios cósmicos e ultravioletas sem serem lesados.

Caracteristica dos seres vivos

 CARACTÉRISTICA DOS SERES VIVOS

1. Composição quimica complexa - ter uma 'formação' por muitos átomos: C,H,O,N,P,S,As...
2. Ser formados por células - ter formação por milhares de unidades vivas, chamadas células, podendo ser unicelulares -contituídos por uma só celula- ou multicelulares -constituídos por mais de uma célula-.
3. Reprodução - capacidade de reproduzir-se, ou seja, gerar mais seres vivos, por meio de si e outro ser de mesma espécie suas, de sexo diferente ou por meio sa divisão de si próprio. Existem duas possíbilidades de reprudução: sexuada e divisão binária simples, explicadas a cima.
4. Metabolismo - consumo de nutrientes e oxigênio, existem dois tipos de metabolismo: autotrofia- fotosíntese-produzem seu próprio alimento e eterotrofia- organismos que se alimentam daqui que foi gerado pelos seres autotróficos.
5. Crescimento - divisão das células, assim almentam o tamanho do ser vivo.
6. Evolução - mutação com seleção do ambiente: quando uma célula se reproduz, pode haver um erro de cópia, e o ambiente seleciona e 'diz' se esse erro foi bom ou ruim, se a célula continuará a viver ou morrerá.
7. Reagir s estimulos - por exemplo: um lugar está pegando fogo, o estimulo dirá para sair dali, pois se não o ser vivo partirá desta para a melhor.
8. Movimento - capacidade de andar e mover-se.

terça-feira, 29 de março de 2011

Evolução quimica

 EVOLUÇÃO QUÍMICA


A bilhões de anos atrás houve uma explosão que deu horígem ao universo, assim, aos quarks e leptons, depois protons e neutrons que formaram o núcleo e os eletrons, isso tudo formou uma enorme nuvem de H, que deu horigem á estrelas gigantes, nessas estrelas haviam átomos para formação do corpo humano: H1,H2e,Be; essas estrelas foram gerando estrelas menores e estas, por sua vez, formaram galáxias, entre elas a via lactea.
Pedacinhos de rochas acumularam-se em volta do sol, formando uma órbita em torno deste, a nebulosa de Laplace, estes pedacinhos foram se juntando e formando planetesimais e, mais tarde, proto planetas, como a Terra.
A terra foi perdendo sua atmosfera primitavia, formaram-se silicatos e vales com as chuvas... depois veio a criação de bactérias: a nova atmosfera! e o manto sorria o risco de extravazar-se e formar vulcões...
A atmosfera terrestre ficou assim:He, H2,Co2,CH4,H2S,NH3,H2O. Esses gases, com UVa e UVb e energia de raios de tempestades, deram horigem a compostos orgânicos, eles formaram poças e nessas poças geram-se argilas, e estas últimas juntamente com coacervados geraram o ANCESTRAL DAS CÈLULAS VIVAS!! acrescentou-se o DNA e o RNA e isso se transformou na PRIMEIRA CÉLULA VIVA!!