Características
1.Forma:herbacea,arbustica,arvoretas para a reprodução com cores vistosas-->flor-->com glândulas nectaríferas.
2. Polinização por insetos.
3.Ovario da flor apos fecundado se transforma no fruto.
/--> Monocotiledôneas
Angiosperma/--> Eudicotiledôneas
\--> Dicotiledôneas Basais
(aqui no nosso blog você entende um pouco mais do conteúdo de ciência do 7°ano do CMPA, 2011) Esse blog foi reativado com a intenção de explicar a perspectiva de aluno (eu) sobre a matéria de biologia do 2° do ensino médio do Colégio Militar de Porto Alegre. Erros em algumas explicações devem ser tolerados, lembrando que não sou formado em tal assunto e peço para que relate a vossa pessoa que os fala para que seja corrigido o quanto antes. 2016, Demétrius
quinta-feira, 27 de outubro de 2011
-Divisão Angiospermas-
Angiospermas
Atualmente são conhecidas cerca de 350 mil espécies de plantas - desse total, mais de 250 mil são angiospermas.
A palavra angiosperma vem do grego angeios, que significa 'bolsa', e sperma, 'semente'. Essas plantas representam o grupo mais variado em número de espécies entre os componentes do reino Plantae ou Metaphyta.
Flores e frutos: aquisições evolutivas
As angiospermas produzem raiz, caule, folha, flor, semente e fruto. Considerando essas estruturas, perceba que, em relação às gimnospermas, as angiospermas apresentam duas "novidades": as flores e os frutos.
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A flor e o fruto do maracujá
As flores podem ser vistosas tanto pelo colorido quanto pela forma; muitas vezes também exalam odor agradável e produzem um líquido açucarado - o néctar - que serve de alimento para as abelhas e outros animais. Há também flores que não têm peças coloridas, não são perfumadas e nem produzem néctar.
Coloridas e perfumadas ou não, é das flores que as angiospermas produzem sementes e frutos.
-Divisão Gimnospermas-
-Características-
1.Apresentam matrotrofia.
2.Vasos condutores.
3.Tecidos verdadeiros
4.Primeiros vegetais impendentes da água para reproduzir.

5.Primeira divisão a apresentar semente.
1.Apresentam matrotrofia.
2.Vasos condutores.
3.Tecidos verdadeiros
4.Primeiros vegetais impendentes da água para reproduzir.

5.Primeira divisão a apresentar semente.
-Divisão Gimnospermas-
Gimnospermas
As gimnospermas (do grego Gymnos: 'nu'; esperma: 'semente') são plantas terrestres que vivem, preferencialmente, em ambientes de clima frio ou temperado. Nesse grupo incluem-se plantas como pinheiros, as sequóias e os ciprestes. As gimnospermas possuem raízes, caule e folhas. Possuem também ramos reprodutivos com folhas modificadas chamadas estrobelo. Em muitas gimnospermas, como os pinheiros e as sequóias, os estróbilos são bem desenvolvidos e conhecidos comocones - o que lhes confere a classificação no grupo das coníferas. Há produção de sementes: elas se originam nos estróbilos femininos. No entanto, as gimnospermas não produzem frutos. Suas sementes são "nuas", ou seja, não ficam encerradas em frutos. | ![]() Araucárias, tipo de conífera. |
Pteridófitas
1.ainda dependem da aguá para reproduzir o gameta (anterozoide e natante e flagelada).
2.Primeiros animais a apresentar tecido verdadeiro.
3. Apresentam órgão Folha,caule e raiz.
4.Vasos condutores de seivas.
--xilema--> conduz seiva bruta (aguá e sais).
--Floema--> Conduz seiva elaborada.
luz+co²+agua+sais--> açúcar-aminoácidos +o²
+ proteína = fotossintato
2.Primeiros animais a apresentar tecido verdadeiro.
3. Apresentam órgão Folha,caule e raiz.
4.Vasos condutores de seivas.
--xilema--> conduz seiva bruta (aguá e sais).
--Floema--> Conduz seiva elaborada.
luz+co²+agua+sais--> açúcar-aminoácidos +o²
+ proteína = fotossintato
Características- Briófitas
1. Os musgos não possuem os vasos condutores de seivas.
2. Os musgos sao plantas avasculadores.
3.O corpo dos musgos em geral não possui uma cobertura impermeável que o proteja da desidratação.
4. A aguá retida e importante também na reprodução sexuada desses vegetais.
5.Dependem da aguá para sua sobrevivência.
1. Os musgos não possuem os vasos condutores de seivas.
2. Os musgos sao plantas avasculadores.
3.O corpo dos musgos em geral não possui uma cobertura impermeável que o proteja da desidratação.
4. A aguá retida e importante também na reprodução sexuada desses vegetais.
5.Dependem da aguá para sua sobrevivência.
Divisão Bryophyta= Briófita
Briófita - Reino Metáfita

# Compartilham característica com as algas.
# Primeiro grupo a sair da aguá é colonizar a terra.
1. Não apresentam tecidos---> corpo é constituído por um talo.
Rizoide = Serve para a fixação.
Filídio = serve para a fotossíntese
Caulídio = função sustentação.
Arquegônio-oosfera
Anterídio- anterozoide
Explicação de sua reprodução
Com uma gota de aguá o anterozoide procura uma oosfera, e a fecunda por isso o embrião e retido no corpo da mãe (matrotrofia).
Esporo-->germina-->protonema--> gametófito (feminino)
Esporo-->germina-->protonema--> gametófito (masculino)
esporo anterozoide <-- anterídio
adulto< oosfera <-- arquegônio

# Compartilham característica com as algas.
# Primeiro grupo a sair da aguá é colonizar a terra.
1. Não apresentam tecidos---> corpo é constituído por um talo.
Rizoide = Serve para a fixação.
Filídio = serve para a fotossíntese
Caulídio = função sustentação.Arquegônio-oosfera
Anterídio- anterozoide
Explicação de sua reprodução
Com uma gota de aguá o anterozoide procura uma oosfera, e a fecunda por isso o embrião e retido no corpo da mãe (matrotrofia).
Esporo-->germina-->protonema--> gametófito (feminino)
Esporo-->germina-->protonema--> gametófito (masculino)
esporo anterozoide <-- anterídio
adulto< oosfera <-- arquegônio
quinta-feira, 6 de outubro de 2011
Reino Metáfita
Características
Botânica
1. Autotróficas (realizam fotossíntese)
2.Apresentam cloroplasto --> Clorofila
3.Apresentam Matrotrofia (o embrião zigoto é retido no corpo da mãe)
4.Apresentam embrião maciço.
5.Apresentam tecidos (conjunto de células especializadas que realizam determinada função)
6. Metagênese ou alternância de gerações.
Botânica
1. Autotróficas (realizam fotossíntese)
2.Apresentam cloroplasto --> Clorofila
3.Apresentam Matrotrofia (o embrião zigoto é retido no corpo da mãe)
4.Apresentam embrião maciço.
5.Apresentam tecidos (conjunto de células especializadas que realizam determinada função)
6. Metagênese ou alternância de gerações.
quarta-feira, 14 de setembro de 2011
Aves
As aves são animais vertebrados que podem ser facilmente distinguidos pela presença de penas. A pena é uma característica exclusiva desses animais, ou seja, está presente em todas as espécies do grupo. Além disso, as aves não possuem dentes, são endotérmicas e apresentam um metabolismo elevado.
As aves podem ser encontradas em todos os continentes e, atualmente, já foram descritas cerca de 12.000 espécies. Entre as espécies desse grupo há uma grande variedade de formas, tamanhos e hábitos. Existem desde espécies com poucos centímetros de altura até espécies como o avestruz, que pode atingir mais de dois metros de altura.
Embora a maioria das aves esteja adaptada ao vôo, existem algumas exceções. O pingüim, por exemplo, não voa, mas pode nadar e mergulhar. Já o avestruz pode caminhar e correr.
As aves surgiram durante a Era Mesozóica, cerca de 150 milhões de anos atrás. Acredita-se que elas evoluíram a partir de répteis bípedes, próximos aos dinossauros. O registro mais antigo de uma ave é o fóssil da espécie Archaeopteryx lithografica. Embora o Archaeopteryx possuísse penas, ele também apresentava outras características, como uma longa cauda e ossos compactos, mais semelhantes aos répteis do que às aves atuais.
Adaptações para o vôo
As aves possuem diversas adaptações para o vôo que estão relacionadas ao formato aerodinâmico e à redução do peso do corpo. A presença de membros anteriores, transformados em asas, e de penas são algumas dessas adaptações. A pena é uma estrutura leve, mas ao mesmo tempo flexível e resistente. Além de atuar no vôo, é também um importante isolante térmico.
O isolamento térmico fornecido pelas penas foi essencial para o surgimento da endotermia nas aves. Isso permitiu que o calor produzido pela alta taxa metabólica desses animais não se dissipasse para o ambiente externo. Esse isolamento também protege as aves da perda de calor gerada pela passagem do ar pelo corpo durante o vôo.
Muitos dos ossos das aves são pneumatizados. Isso significa que o seu interior é oco, o que os torna mais leves. No interior dos ossos pneumáticos existem extensões do pulmão chamadas de sacos aéreos. Os sacos aéreos contribuem para a redução da densidade das aves, além de promoverem a refrigeração interna e atuarem nas trocas gasosas durante a respiração.
Outras características que contribuem para a redução do peso são: ausência de dentes, ausência de bexiga urinária e atrofia das gônadas fora da época reprodutiva. Além disso, as fêmeas geralmente só possuem um ovário.
O osso que une as costelas na região ventral, o esterno, apresenta uma projeção chamada de quilha. A quilha é o ponto de inserção dos fortes músculos peitorais, responsáveis pelo batimento das asas.
Digestão e excreção
A ausência de dentes impede que as aves triturem o alimento na boca, antes de engolir. Esta função é assumida pela moela, uma região do estômago cujas paredes são dotadas de músculos fortes. Na moela os alimentos são triturados e esmagados, ou seja, é realizada a digestão mecânica. Algumas espécies armazenam pedrinhas na moela, que aumentam o atrito e auxiliam na trituração do alimento.
Muitas espécies possuem um papo. O papo corresponde a uma dilatação da porção posterior do esôfago e serve para armazenar, temporariamente, o alimento coletado. Quando estão com filhotes, as aves podem armazenar alimento no papo para transportá-lo até o ninho e alimentar a prole.
As aves, assim como a maioria dos répteis, excretam ácido úrico, uma substância nitrogenada que é insolúvel em água. As excretas são eliminadas na forma de uma pasta branca junto com as fezes, que possuem coloração escura.
Reprodução
A fecundação das aves é interna e, assim como os répteis, elas possuem um ovo terrestre com uma casca protetora externa. Internamente, encontram-se os anexos embrionários.
As aves são animais ovíparos, ou seja, botam ovos que completam seu desenvolvimento fora do corpo materno. Isso contribui para a redução do peso da fêmea, pois ela não carrega o ovo ou o embrião dentro de seu corpo, como na ovoviviparidade e na viviparidade.
As aves chocam os ovos e cuidam dos filhotes após o nascimento. Este comportamento de cuidado com a prole é chamado de cuidado parental. Em muitas espécies tanto a fêmea quanto o macho realizam esta atividade.
Órgãos dos sentidos
As aves possuem a visão e a audição bem desenvolvidas. Esses sentidos são essenciais para um deslocamento eficiente no ar, durante o vôo. Já o olfato é pouco desenvolvido na maioria das espécies.
A produção de sons é realizada através de uma estrutura situada na base da traquéia, a siringe. A vocalização possui uma grande importância na comunicação das aves, sendo uma característica particular de cada espécie.
Fonte: http://educacao.uol.com.br/ciencias/aves-unicos-animais-viventes-que-tem-penas.jhtm
As aves podem ser encontradas em todos os continentes e, atualmente, já foram descritas cerca de 12.000 espécies. Entre as espécies desse grupo há uma grande variedade de formas, tamanhos e hábitos. Existem desde espécies com poucos centímetros de altura até espécies como o avestruz, que pode atingir mais de dois metros de altura.
Embora a maioria das aves esteja adaptada ao vôo, existem algumas exceções. O pingüim, por exemplo, não voa, mas pode nadar e mergulhar. Já o avestruz pode caminhar e correr.
As aves surgiram durante a Era Mesozóica, cerca de 150 milhões de anos atrás. Acredita-se que elas evoluíram a partir de répteis bípedes, próximos aos dinossauros. O registro mais antigo de uma ave é o fóssil da espécie Archaeopteryx lithografica. Embora o Archaeopteryx possuísse penas, ele também apresentava outras características, como uma longa cauda e ossos compactos, mais semelhantes aos répteis do que às aves atuais.
Adaptações para o vôo
As aves possuem diversas adaptações para o vôo que estão relacionadas ao formato aerodinâmico e à redução do peso do corpo. A presença de membros anteriores, transformados em asas, e de penas são algumas dessas adaptações. A pena é uma estrutura leve, mas ao mesmo tempo flexível e resistente. Além de atuar no vôo, é também um importante isolante térmico.
O isolamento térmico fornecido pelas penas foi essencial para o surgimento da endotermia nas aves. Isso permitiu que o calor produzido pela alta taxa metabólica desses animais não se dissipasse para o ambiente externo. Esse isolamento também protege as aves da perda de calor gerada pela passagem do ar pelo corpo durante o vôo.
Muitos dos ossos das aves são pneumatizados. Isso significa que o seu interior é oco, o que os torna mais leves. No interior dos ossos pneumáticos existem extensões do pulmão chamadas de sacos aéreos. Os sacos aéreos contribuem para a redução da densidade das aves, além de promoverem a refrigeração interna e atuarem nas trocas gasosas durante a respiração.
Outras características que contribuem para a redução do peso são: ausência de dentes, ausência de bexiga urinária e atrofia das gônadas fora da época reprodutiva. Além disso, as fêmeas geralmente só possuem um ovário.
O osso que une as costelas na região ventral, o esterno, apresenta uma projeção chamada de quilha. A quilha é o ponto de inserção dos fortes músculos peitorais, responsáveis pelo batimento das asas.
Digestão e excreção
A ausência de dentes impede que as aves triturem o alimento na boca, antes de engolir. Esta função é assumida pela moela, uma região do estômago cujas paredes são dotadas de músculos fortes. Na moela os alimentos são triturados e esmagados, ou seja, é realizada a digestão mecânica. Algumas espécies armazenam pedrinhas na moela, que aumentam o atrito e auxiliam na trituração do alimento.
Muitas espécies possuem um papo. O papo corresponde a uma dilatação da porção posterior do esôfago e serve para armazenar, temporariamente, o alimento coletado. Quando estão com filhotes, as aves podem armazenar alimento no papo para transportá-lo até o ninho e alimentar a prole.
As aves, assim como a maioria dos répteis, excretam ácido úrico, uma substância nitrogenada que é insolúvel em água. As excretas são eliminadas na forma de uma pasta branca junto com as fezes, que possuem coloração escura.
Reprodução
A fecundação das aves é interna e, assim como os répteis, elas possuem um ovo terrestre com uma casca protetora externa. Internamente, encontram-se os anexos embrionários.
As aves são animais ovíparos, ou seja, botam ovos que completam seu desenvolvimento fora do corpo materno. Isso contribui para a redução do peso da fêmea, pois ela não carrega o ovo ou o embrião dentro de seu corpo, como na ovoviviparidade e na viviparidade.
As aves chocam os ovos e cuidam dos filhotes após o nascimento. Este comportamento de cuidado com a prole é chamado de cuidado parental. Em muitas espécies tanto a fêmea quanto o macho realizam esta atividade.
Órgãos dos sentidos
As aves possuem a visão e a audição bem desenvolvidas. Esses sentidos são essenciais para um deslocamento eficiente no ar, durante o vôo. Já o olfato é pouco desenvolvido na maioria das espécies.
A produção de sons é realizada através de uma estrutura situada na base da traquéia, a siringe. A vocalização possui uma grande importância na comunicação das aves, sendo uma característica particular de cada espécie.
Fonte: http://educacao.uol.com.br/ciencias/aves-unicos-animais-viventes-que-tem-penas.jhtm
Repteis
Os répteis
Os répteis (do latim reptare, 'rastejar') abrangem cerca de 7 mil espécies conhecidas. Eles surgiram há cerca de 300 milhões de anos, tendo provavelmente evoluído de certos anfíbios. Foram os primeiros vertebrados efetivamente adaptados à vida em lugares secos, embora alguns animais deste grupo, como as tartarugas, sejam aquáticos.
A Terra já abrigou formas gigantescas de répteis, como os dinossauros. Hoje esse grupo é representado por animais de porte relativamente menor, como os jacarés, tartarugas, cobras e lagartos.
A pele dos répteis
Os répteis têm o corpo recoberto por uma pele seca e praticamente impermeável. As células mais superficiais da epiderme são ricas em queratina, o que protege o animal contra a desidratação e representa uma adaptação à vida em ambientes terrestres. A pele pode apresentar escamas (cobras), placas (jacarés, crocodilos) ou carapaças (tartarugas, jabutis).
Temperatura corporal
Os répteis, assim como os peixes e os anfíbios, são animais pecilotérmicos: a temperatura do corpo varia de acordo com a temperatura do ambiente.
Respiração e circulação de sangue
A respiração dos répteis é pulmonar; seus pulmões são mais desenvolvidos que os dos anfíbios, apresentando dobras internas que aumentam a sua capacidade respiratória.
Os pulmões fornecem aos répteis uma quantidade suficiente de gás oxigênio, o que torna "dispensável" a respiração por meio da pele, observada nos anfíbios. Aliás, com a grande quantidade de queratina que apresenta, a pele torna-se praticamente impermeável, o que impossibilita a aquisição de gás oxigênio.
O coração da maioria dos répteis apresenta dois átrios e dois ventrículos parcialmente divididos. Nos ventrículos ocorrem mistura de sangue oxigenado com sangue não-oxigenado. Nos répteis crocodilianos (crocodilo, jacarés), os dois ventrículos estão completamente separados, mas o sangue oxigenado e o sangue não-oxigenado continuam se misturando, agora fora do coração.
Alimentação e digestão
Em sua maioria, os répteis são animais carnívoros; algumas espécies são herbívoras e outras são onívoras. Eles possuem sistema digestório completo. O intestino grosso termina na cloaca.
Os répteis (do latim reptare, 'rastejar') abrangem cerca de 7 mil espécies conhecidas. Eles surgiram há cerca de 300 milhões de anos, tendo provavelmente evoluído de certos anfíbios. Foram os primeiros vertebrados efetivamente adaptados à vida em lugares secos, embora alguns animais deste grupo, como as tartarugas, sejam aquáticos.
A Terra já abrigou formas gigantescas de répteis, como os dinossauros. Hoje esse grupo é representado por animais de porte relativamente menor, como os jacarés, tartarugas, cobras e lagartos.
A pele dos répteis
Os répteis têm o corpo recoberto por uma pele seca e praticamente impermeável. As células mais superficiais da epiderme são ricas em queratina, o que protege o animal contra a desidratação e representa uma adaptação à vida em ambientes terrestres. A pele pode apresentar escamas (cobras), placas (jacarés, crocodilos) ou carapaças (tartarugas, jabutis).
Temperatura corporal
Os répteis, assim como os peixes e os anfíbios, são animais pecilotérmicos: a temperatura do corpo varia de acordo com a temperatura do ambiente.
Respiração e circulação de sangue
A respiração dos répteis é pulmonar; seus pulmões são mais desenvolvidos que os dos anfíbios, apresentando dobras internas que aumentam a sua capacidade respiratória.
Os pulmões fornecem aos répteis uma quantidade suficiente de gás oxigênio, o que torna "dispensável" a respiração por meio da pele, observada nos anfíbios. Aliás, com a grande quantidade de queratina que apresenta, a pele torna-se praticamente impermeável, o que impossibilita a aquisição de gás oxigênio.
O coração da maioria dos répteis apresenta dois átrios e dois ventrículos parcialmente divididos. Nos ventrículos ocorrem mistura de sangue oxigenado com sangue não-oxigenado. Nos répteis crocodilianos (crocodilo, jacarés), os dois ventrículos estão completamente separados, mas o sangue oxigenado e o sangue não-oxigenado continuam se misturando, agora fora do coração.
Alimentação e digestão
Em sua maioria, os répteis são animais carnívoros; algumas espécies são herbívoras e outras são onívoras. Eles possuem sistema digestório completo. O intestino grosso termina na cloaca.
Anfibios
Os anfíbios não são encontrados no ambiente marinho, apenas na água doce e em ambiente terrestre. O nome do grupo, anfíbios (do grego, amphi - dos dois lados + bios = vida), foi dado em razão da maioria de seus representantes possuírem a fase larval aquática e de respiração branquial (lembre-se dos girinos) e uma fase adulta, de respiração pulmonar e cutânea, que habita o meio terrestre úmido. São heterotermos, como os peixes.
Trocas gasosas
Os anfíbios adultos precisam viver perto da umidade: sua pele é fina e pobremente queratinizada, muito sujeita à perda de água. Uma delgada epiderme, dotada de inúmeras glândulas mucosas, torna a pele úmida e lubrificada, constituindo-se de um importante órgão respiratório.
Nos sapos, os pulmões são extremamente simples, equivalem a dois "sacos" de pequeno volume e de pequena superfície de trocas gasosas. Essa característica é que aumenta a importância da pele como órgão respiratório.
A circulação
O coração apresenta três cavidades: dois átrios (um direito e um esquerdo) e um ventrículo. O sangue venoso, pobre em O2, vindo dos pulmões, penetra no átrio esquerdo. Os dois tipos de sangue passam para o único ventrículo onde se misturam, ainda que parcialmente. Do ventrículo, o sangue é bombeado para um tronco arterial (conjunto de vasos) que distribui sangue para a cabeça, tronco e pulmões.
A circulação é dupla e incompleta: dupla, porque o sangue passa duas vezes pelo coração a cada ciclo de circulação, incompleta, porque o ventrículo é único e nele o sangue arterial e venoso se misturam.
A reprodução
Nos sapos, rãs e pererecas, os sexos são separados. A fecundação é externa, em meio aquático. As fecundações vão ocorrendo, e cada ovo possui uma membrana transparente que contém, no seu interior, um embrião em desenvolvimento que consome, para a sua sobrevivência, alimento rico em reservas originadas do óvulo.Após certo tempo de desenvolvimento, de cada ovo emerge uma larva sem patas, o girino, contendo cauda e brânquias. Após certo tempo de vida na água, inicia-se uma série de modificações no girino, que prenunciam a fase adulta. A metamorfose consiste na reabsorção da cauda e das brânquias e no desenvolvimento dos pulmões e das quatro patas.
Trocas gasosas
Os anfíbios adultos precisam viver perto da umidade: sua pele é fina e pobremente queratinizada, muito sujeita à perda de água. Uma delgada epiderme, dotada de inúmeras glândulas mucosas, torna a pele úmida e lubrificada, constituindo-se de um importante órgão respiratório.
Nos sapos, os pulmões são extremamente simples, equivalem a dois "sacos" de pequeno volume e de pequena superfície de trocas gasosas. Essa característica é que aumenta a importância da pele como órgão respiratório.
A circulação
O coração apresenta três cavidades: dois átrios (um direito e um esquerdo) e um ventrículo. O sangue venoso, pobre em O2, vindo dos pulmões, penetra no átrio esquerdo. Os dois tipos de sangue passam para o único ventrículo onde se misturam, ainda que parcialmente. Do ventrículo, o sangue é bombeado para um tronco arterial (conjunto de vasos) que distribui sangue para a cabeça, tronco e pulmões.
A circulação é dupla e incompleta: dupla, porque o sangue passa duas vezes pelo coração a cada ciclo de circulação, incompleta, porque o ventrículo é único e nele o sangue arterial e venoso se misturam.
A reprodução
Nos sapos, rãs e pererecas, os sexos são separados. A fecundação é externa, em meio aquático. As fecundações vão ocorrendo, e cada ovo possui uma membrana transparente que contém, no seu interior, um embrião em desenvolvimento que consome, para a sua sobrevivência, alimento rico em reservas originadas do óvulo.Após certo tempo de desenvolvimento, de cada ovo emerge uma larva sem patas, o girino, contendo cauda e brânquias. Após certo tempo de vida na água, inicia-se uma série de modificações no girino, que prenunciam a fase adulta. A metamorfose consiste na reabsorção da cauda e das brânquias e no desenvolvimento dos pulmões e das quatro patas.
Mais sobre os peixes:
A temperatura corporal
Os peixes são animais pecilotérmicos. Isso significa que a temperatura do seu corpo varia de acordo com a do ambiente. A temperatura do corpo dos peixes em geral mantém-se mais ou menos próxima à temperatura ambiental.
Respiração e circulação de sangue
A maioria dos peixes respira por meio de brânquias, também conhecidas como guelras. A água entra continuamente pela boca do peixe, banha as brânquias e sai pelas aberturas existentes de cada lado da cabeça.
Nas brânquias, onde existem muitos vasos sanguíneos, o gás oxigênio dissolvido na água passa para o sangue. Ao mesmo tempo, o gás carbônico que se forma no organismo do animal e que está no sangue passa para a água, sendo eliminado do corpo.
O coração dos peixes tem duas cavidades um átrio e um ventrículo - e por ele circula apenas sangue não-oxigenado. Depois de passar pelo coração, o sangue não oxigenado vai para uma artéria e dai para as brânquias, onde recebe gás oxigênio. A seguir, esse sangue, agora oxigenado, é distribuído para todos os órgãos do corpo do animal.
Alimentação e digestão
Alguns peixes são herbívoros, alimentando-se principalmente de algas. Outros são carnívoros, e alimentam-se de outros peixes e de animais diversos, como moluscos e crustáceos.
Nas zonas abissais - os grandes abismos oceânicos, destituídos de luz -, onde os seres fotossintetizantes não sobrevivem, há muitos peixes detritívoros, que se alimentam de restos orgânicos oriundos da superfície iluminada, e também peixes carnívoros.
O sistema digestório dos peixes é constituído de boca, faringe, esôfago, estômago e intestino, além de glândulas anexas, como o fígado e o pâncreas.
Os sentidos
Os peixes têm vários órgãos dos sentidos
Bolsa olfatória - São formadas por células localizadas nas narinas e associadas à percepção de cheiros das substâncias dissolvidas na água. O sentido do olfato dos peixes é geralmente muito aguçado. O tubarão, por exemplo, pode "farejar" sangue fresco a dezenas de metros de distância.
Olhos - Permitem formar imagens nítidas a curta distância. A distâncias maiores, percebem apenas objetos em movimento na superfície da água. Alguns peixes têm percepção das cores e outros não. Os tubarões e as raias (também conhecidas como arraias), por exemplo, não distinguem cores. Os olhos são geralmente grandes e não possuem pálpebras nem glândulas lacrimais.
Linha lateral - É formada por uma fileira de poros situada de cada lado do corpo, com ramificações na cabeça. Os poros comunicam-se com um canal localizado sob as escamas, no qual existem células sensoriais. Por meio das células sensoriais, o peixe percebe as diferenças de pressão da água, que aumenta gradativamente com a profundidade. Percebe também correntes e vibrações na água, detectando a presença de uma presa, de um predador ou os movimentos de outros peixes que estão nadando ao seu lado, o que é muito importante para as viagens em cardumes. Percebe, ainda, a direção dos movimentos da água, o que facilita sua locomoção na escuridão ou em águas turvas.
Os peixes são animais pecilotérmicos. Isso significa que a temperatura do seu corpo varia de acordo com a do ambiente. A temperatura do corpo dos peixes em geral mantém-se mais ou menos próxima à temperatura ambiental.
Respiração e circulação de sangue
A maioria dos peixes respira por meio de brânquias, também conhecidas como guelras. A água entra continuamente pela boca do peixe, banha as brânquias e sai pelas aberturas existentes de cada lado da cabeça.
Nas brânquias, onde existem muitos vasos sanguíneos, o gás oxigênio dissolvido na água passa para o sangue. Ao mesmo tempo, o gás carbônico que se forma no organismo do animal e que está no sangue passa para a água, sendo eliminado do corpo.
O coração dos peixes tem duas cavidades um átrio e um ventrículo - e por ele circula apenas sangue não-oxigenado. Depois de passar pelo coração, o sangue não oxigenado vai para uma artéria e dai para as brânquias, onde recebe gás oxigênio. A seguir, esse sangue, agora oxigenado, é distribuído para todos os órgãos do corpo do animal.
Alimentação e digestão
Alguns peixes são herbívoros, alimentando-se principalmente de algas. Outros são carnívoros, e alimentam-se de outros peixes e de animais diversos, como moluscos e crustáceos.
Nas zonas abissais - os grandes abismos oceânicos, destituídos de luz -, onde os seres fotossintetizantes não sobrevivem, há muitos peixes detritívoros, que se alimentam de restos orgânicos oriundos da superfície iluminada, e também peixes carnívoros.
O sistema digestório dos peixes é constituído de boca, faringe, esôfago, estômago e intestino, além de glândulas anexas, como o fígado e o pâncreas.
Os sentidos
Os peixes têm vários órgãos dos sentidos
Bolsa olfatória - São formadas por células localizadas nas narinas e associadas à percepção de cheiros das substâncias dissolvidas na água. O sentido do olfato dos peixes é geralmente muito aguçado. O tubarão, por exemplo, pode "farejar" sangue fresco a dezenas de metros de distância.
Olhos - Permitem formar imagens nítidas a curta distância. A distâncias maiores, percebem apenas objetos em movimento na superfície da água. Alguns peixes têm percepção das cores e outros não. Os tubarões e as raias (também conhecidas como arraias), por exemplo, não distinguem cores. Os olhos são geralmente grandes e não possuem pálpebras nem glândulas lacrimais.
Linha lateral - É formada por uma fileira de poros situada de cada lado do corpo, com ramificações na cabeça. Os poros comunicam-se com um canal localizado sob as escamas, no qual existem células sensoriais. Por meio das células sensoriais, o peixe percebe as diferenças de pressão da água, que aumenta gradativamente com a profundidade. Percebe também correntes e vibrações na água, detectando a presença de uma presa, de um predador ou os movimentos de outros peixes que estão nadando ao seu lado, o que é muito importante para as viagens em cardumes. Percebe, ainda, a direção dos movimentos da água, o que facilita sua locomoção na escuridão ou em águas turvas.
Peixes
Características que favorecem a vida na água
Os peixes apresentam várias características que favorecem o desempenho de suas atividades no ambiente em que vivem. Entre elas, destacam-se:
corpo com formato, em geral, hidrodinâmico, isto é, achatado lateralmente e alongado, o que favorece seu deslocamento na água;
presença de nadadeiras, estruturas de locomoção que, quanto à localização, podem ser peitorais, ventrais, dorsais, caudais e anais;
corpo geralmente recoberto por escamas lisas, cuja organização diminui o atrito com a água enquanto o animal se desloca; além disso , a pele é dotada de glândulas produtoras de muco, o que também contribui para diminuir o atrito com a água;
musculatura do tronco segmentada, o que permite a realização de movimentos ondulatórios.
Os peixes apresentam várias características que favorecem o desempenho de suas atividades no ambiente em que vivem. Entre elas, destacam-se:
corpo com formato, em geral, hidrodinâmico, isto é, achatado lateralmente e alongado, o que favorece seu deslocamento na água;
presença de nadadeiras, estruturas de locomoção que, quanto à localização, podem ser peitorais, ventrais, dorsais, caudais e anais;
corpo geralmente recoberto por escamas lisas, cuja organização diminui o atrito com a água enquanto o animal se desloca; além disso , a pele é dotada de glândulas produtoras de muco, o que também contribui para diminuir o atrito com a água;
musculatura do tronco segmentada, o que permite a realização de movimentos ondulatórios.
Cordados
O Filo dos Cordados, do latim Chordata, compreende um grande grupo de animais que, em alguma fase da vida compartilham características morfológicas (como a notocorda) que indicam a existência de um ancestral comum. São triblásticos (possuem os três folhetos germinativos), deuterostômios (o blastóporo dá origem ao ânus) e celomados. Este grupo abriga cerca de 40 mil espécies que ocupam os mais variados habitats. As características que os distinguem dos demais animais são as seguintes:
Notocorda: é uma estrutura de sustentação, de posição dorsal e longitudinal, localizado entre o tubo neural e o tubo digestório, correspondente a um bastonete maciço e flexível. É a primeira estrutura de sustentação de um cordado. Ocorre em toso os cordados em alguma fase da vida, podendo persistir na fase adulta, como nos protocordados, exceto nos tunicados. Nos animais que ela não persiste, é substituída pela coluna vertebral.
Fendas branquiais na faringe: São estruturas embrionárias, podendo permanecer na fase adulta, e até desaparecer na fase embrionária. Nos cordados aquáticos ela persistem na fase adulta e têm função respiratória. Nos cordados terrestres elas desaparecem para que da faringe possa surgir a traquéia, estrutura respiratória destes animais.
Sistema nervoso dorsal: Como o nome já diz, o tubo nervoso ocupa a posição dorsal, e localiza-se logo acima da notocorda. Deriva-se da invaginação da ectoderme dorsal do embrião. O tubo nervoso dorsal é bem desenvolvido nos adultos, mas pode ser reduzido em alguns protocordados. Os animais não-cordados possuem um sistema nervoso mais simples, do tipo ganglionar e ocupa a posição ventral no corpo e esta é uma característica que distingue os cordados dos demais animais.
Cauda pós-anal: É uma cauda que se estende além do ânus.
No grupo dos cordados ainda há animais invertebrados, como o anfioxo. Os tunicados e os cefalocordados ainda são filtradores.
Sistemática
Existem 3 subfilos no filo Chordata:
Urochordata ou Tunicata: Possui uma túnica que envolve o animal
Cephalochordata (anfioxo): anfi: dois, ambos, oxi: pontiagudo
Vertebrata ou Craniata: embora nem todos apresentem vértebras verdadeiras.
Notocorda: é uma estrutura de sustentação, de posição dorsal e longitudinal, localizado entre o tubo neural e o tubo digestório, correspondente a um bastonete maciço e flexível. É a primeira estrutura de sustentação de um cordado. Ocorre em toso os cordados em alguma fase da vida, podendo persistir na fase adulta, como nos protocordados, exceto nos tunicados. Nos animais que ela não persiste, é substituída pela coluna vertebral.
Fendas branquiais na faringe: São estruturas embrionárias, podendo permanecer na fase adulta, e até desaparecer na fase embrionária. Nos cordados aquáticos ela persistem na fase adulta e têm função respiratória. Nos cordados terrestres elas desaparecem para que da faringe possa surgir a traquéia, estrutura respiratória destes animais.
Sistema nervoso dorsal: Como o nome já diz, o tubo nervoso ocupa a posição dorsal, e localiza-se logo acima da notocorda. Deriva-se da invaginação da ectoderme dorsal do embrião. O tubo nervoso dorsal é bem desenvolvido nos adultos, mas pode ser reduzido em alguns protocordados. Os animais não-cordados possuem um sistema nervoso mais simples, do tipo ganglionar e ocupa a posição ventral no corpo e esta é uma característica que distingue os cordados dos demais animais.
Cauda pós-anal: É uma cauda que se estende além do ânus.
No grupo dos cordados ainda há animais invertebrados, como o anfioxo. Os tunicados e os cefalocordados ainda são filtradores.
Sistemática
Existem 3 subfilos no filo Chordata:
Urochordata ou Tunicata: Possui uma túnica que envolve o animal
Cephalochordata (anfioxo): anfi: dois, ambos, oxi: pontiagudo
Vertebrata ou Craniata: embora nem todos apresentem vértebras verdadeiras.
Equinodermos
acterísticas dos equinodermos
Uma das características mais marcantes dos equinodermos é a presença de um complexo sistema de lâminas, canais e válvulas, denominado sistema aquífero ou ambulacrário (do latim ambulare: caminhar). Este sistema relaciona-se com a locomoção, respiração, circulação, excreção e até mesmo com a percepção do animal.
Os pés ambulacrais possuem paredes musculares e ampolas que acumulam líquido; as variações de pressão do líquido no sistema determinam a expansão ou retração dos pés, fato que culmina com o deslocamento do animal. Quando a pressão do líquido é maior nos pés, estes ficam mais rígidos, quando a pressão diminui, eles ficam moles - essa diferença permite o movimento.
Digestão
Os equinodermos alimentam-se de pequenos animais e algas. A estrela-do-mar, por exemplo é carnívora. Os sistemas vitais desses animais são simples e eficientes. O sistema digestório contém apenas boca, estômago, intestinos e ânus. Mas o estômago só esta presente no corpo dos equinodermos carnívoros, possuindo glândulas que produzem substâncias digestivas.
A estrela-do-mar alimenta-se principalmente de pequenos moluscos, como mariscos. Com os seus pequenos pés, a estrela do mar força a abertura das conchas das ostras, em seguida vira o seu próprio estômago do avesso e lança um suco digestivo dentro das conchas. Depois, é só engolir a massa, isto é, o corpo do molusco já digerido. Essa é, portanto, uma digestão extracorpórea
Excreção
A eliminação de excretas é facilitada pelo sistema ambulacrário, pelo qual circula a água no corpo dos equinodermos.
Respiração
A respiração - isto é, a troca gasosa - é realizada por minúsculas brânquias, próximas à boca, e também por toda a extensão dos pés ambulacrários, pelos quais circula a água.
Circulação
Há um líquido incolor que circula pelos canais, localizados ao longo de todo o corpo desses animais. Esse líquido realiza uma tarefa semelhante à do sangue no nosso corpo, ou seja, transportar substâncias para todo o corpo.
Uma das características mais marcantes dos equinodermos é a presença de um complexo sistema de lâminas, canais e válvulas, denominado sistema aquífero ou ambulacrário (do latim ambulare: caminhar). Este sistema relaciona-se com a locomoção, respiração, circulação, excreção e até mesmo com a percepção do animal.
Os pés ambulacrais possuem paredes musculares e ampolas que acumulam líquido; as variações de pressão do líquido no sistema determinam a expansão ou retração dos pés, fato que culmina com o deslocamento do animal. Quando a pressão do líquido é maior nos pés, estes ficam mais rígidos, quando a pressão diminui, eles ficam moles - essa diferença permite o movimento.
Digestão
Os equinodermos alimentam-se de pequenos animais e algas. A estrela-do-mar, por exemplo é carnívora. Os sistemas vitais desses animais são simples e eficientes. O sistema digestório contém apenas boca, estômago, intestinos e ânus. Mas o estômago só esta presente no corpo dos equinodermos carnívoros, possuindo glândulas que produzem substâncias digestivas.
A estrela-do-mar alimenta-se principalmente de pequenos moluscos, como mariscos. Com os seus pequenos pés, a estrela do mar força a abertura das conchas das ostras, em seguida vira o seu próprio estômago do avesso e lança um suco digestivo dentro das conchas. Depois, é só engolir a massa, isto é, o corpo do molusco já digerido. Essa é, portanto, uma digestão extracorpórea
Excreção
A eliminação de excretas é facilitada pelo sistema ambulacrário, pelo qual circula a água no corpo dos equinodermos.
Respiração
A respiração - isto é, a troca gasosa - é realizada por minúsculas brânquias, próximas à boca, e também por toda a extensão dos pés ambulacrários, pelos quais circula a água.
Circulação
Há um líquido incolor que circula pelos canais, localizados ao longo de todo o corpo desses animais. Esse líquido realiza uma tarefa semelhante à do sangue no nosso corpo, ou seja, transportar substâncias para todo o corpo.
Artropodes
O nome deste filo vem de arthros = articulação e poda = pé, os pés desses animais não são articulados, mas as pernas e outras extremidades como: as antenas e órgãos bucais são. artrópodes constituem o mais numeroso grupo animal existe na Terra, de cada 4 animais 3 são artrópodes. Em geral, o tórax é bem diferenciado do abdômen. Certos órgãos (antenas, olhos compostos, asas membranosas) são próprio desses animais. O desenvolvimento dos artrópodes pode envolver importantes metamorfoses e o crescimento só se efetua por mudas, pois o tegumento quitinoso não cresce.
Pertencem ao filo Artrópoda: borboletas, moscas, aranhas, caranguejos, escorpiões, centopéias, libélulas, besouros, tatu-bola e milhares de outros animais, distribuídos pelas 5 subdivisões existentes.
Insecta: São os insetos, é sem dúvida a divisão mais numerosa dos artrópodes, a maioria dos insetos são terrestres (solo e ar), mas existem algumas espécies que vivam em ambientes aquáticos, assim como a fase larval de alguns mosquitos como o Aedes Aegypti, Anopheles entre outros. os insetos possuem um par de olhos compostos, mandíbulas e sua respiração é realizada por traquéia. Alguns exemplos de insetos são: moscas, abelhas, traça, pulgas, borboletas e etc.
Crustacea: São os crustáceos, esse nome vem do fato de muitas espécies de crustáceos possuírem um exoesqueleto, formando uma crosta. A maioria desses animais são aquáticos como: lagostas siris, caranguejos, mas também existe alguns representantes terrestres, como o tatuzinho-de-jardim. E são raros os crustáceos fixos (anatipo, bálano). Existem crustáceos que não são visíveis a olho nú, como é o caso da dáfnia e plânctons.
Arachnida: Os aracnídeos incluem as aranhas, os escorpiões, os ácaros e os carrapatos. Os aracnídeos diferem - se dos demais artrópodes, por não possuírem antenas nem mandíbulas, alguns aracnídeos possuem veneno em sua armas, como uma forma de defesa e de paralisação de suas presas, como é o caso do escorpião e de algumas espécies de aranha.
Miriapoda: Estão incluídos nesse grupo, os animais que possuem muitas pernas articuladas, esse nome é apenas uma designação coletiva de dois grupos de animais: Chilopoda (quilópodes) e Diplopoda (diplópodes). Os quilópodes apresentam um par de pernas por segmento, sendo que o primeiro par e transformado em uma estrutura denominada de forcípula, que na extremidade possui uma glândula de veneno, usado para imobilizar suas presas, já que esses animais são carnívoros, ao contrário dos diplópodes, que são herbívoros e comem detritos vegetais. Um exemplo de quilópodes é a Lacraia. Os diplópodes não possuem forcípula e nem são venenosos e cada segmento do corpo possui 2 pares de pernas. Como forma de defesa, esses animais se enrolam e expelem de seu corpos uma substância com cheiro e gosto forte. Alguns exemplos de diplópodes são: Centopéia, piolho de cobra entre outros.
INTRODUÇÃO: Dentro do estudo dos invertebrados, o filo artrópodes merece atenção especial. Ele agrupa mais de 800 mil espécies, contia que supera todos os demais filos reunidos. Além disso, merecem citação a grande diversidade dessas espécies; Sua boa adaptação a diferentes ambientes; as vantagens em competição com outras espécies; a excepcional capacidade reprodutória; a eficiência na execução de suas funções; a resistência a substâncias tóxicas e a sua perfeita reorganização social, caso das abelhas, formigas e cupins.
O QUE SÃO ARTRÓPODES: Os invertebrados que possuem patas articuladas, nome formado de Athros, que significa articulações, o podes, que significa pés patas. Os artrópodes tem uma carapaça protetora externa, que é o seu esqueleto, formada por uma substância resistente e impermeável, chamada quitina, endurecida por conter muito carbonato de cálcio.
Ao crescer, o artrópode abandonam o esqueleto velho, pequeno, e fabrica outro, maior. Esse fenômeno é chamado muda. Ela ocorre várias vezes para que o animal possa atingir o tamanho adulto.
Os artrópodes, no entanto, não possuem apenas patas articuladas, mas sim todas as suas e extremidades, como as antenas e as peças bucais. Os seus membros inferiores são formados por partes que se articulam, ou seja, que se movimentam umas em relação às outras: os seus pés se articulam com suas pernas, que se articulam também comm suas coxas, que também se articulam com os ossos do quadril.
CLASSIFICAÇÃO DOS ARTRÓPODES: Os artrópodes podem ser classificados em cinco classes principais, usando como critério o número de patas.
INSETOS: São artrópodes com seis patas distribuída em três partes. Os insetos apresenta o corpo subdividido cabeça, tórax e abdome. Possuem um par de antenas e três pares de patas no tórax. Nas maioria das espécies, há dois pares de asas, mas há espécies com apenas um par e outros sem asas.
CARACTERÍSTICAS: O corpo dos insetos e formado por três regiões: cabeça, tórax e abdome.
Na cabeça das insetos, podemos notar antenas, olhos e peças bucais.
Antenas: São utilizadas para a orientação. Todos insetos tem um par de antenas.
Olhos: os insetos possuem dois tipos de olhos:
- 2 olhos compostos, isto é, formados por várias unidades, que permite enxergar em várias direções ao mesmo tempo;
- 3 olhos simples, também conhecidos por ocelos.
Esse conjunto de olhos proporciona aos insetos uma excelente visão. Eles podem enxergar coisas que não são visíveis ao homem.
Peças bucais: as peças bucais, todas dotadas de articulação, estão diretamente relacionadas com a alimentação. Assim, as peças bucais podem ser de vários tipos, conforme os hábitos alimentares dos insetos.
O tórax: dos insetos é dividido em três partes; em cada uma delas prende-se um par de patas.
É ainda no tórax que se prendem as asas, existentes na maioria dos insetos. Quando ao número de asas , existem 3 tipos de insetos: sem asas, com um par de asas e com dois pares de asas.
Respiração dos insetos: Os insetos respiram por traquéias, pequenos canais que ligam as células do interior do corpo com o meio ambiente. Ao longo de todo o corpo de um inseto podem ser ver os estimas , pequenas manhas onde se abrem as traquéias.
Reprodução dos insetos: Os insetos são animais de sexos separados e ovíparos. Depois que os ovos são botados pelas fêmeas, eles se desenvolvem e forma um novo inseto.
Alguns insetos tem desenvolvimento direto: do ovo nasce uma forma jovem, que já tem o aspecto do adulto, embora menor. É, por exemplo, o caso da traça. O desenvolvimento da mosca é indireto: ela nasce diferente do adulto, e passa por mudanças na forma do corpo, enquanto se transforma de recém- nascida em adulta. Dizemos que a mosca sofre metamorfose. Todas as formas que tem aspecto diferente do adulto chama-se larvas. Nem todos os insetos apresentam metamorfose, mas ela ocorre na maioria deles. Você já deve ter visto as lagartas das borboletas: elas são larvas que se transformarão em borboletas adultas.
A borboleta bota o ovo em uma folha, e desse ovo nasce uma lagarta, que é a primeira forma de larva desses insetos. Em seguida, a lagarta se transforma, passando por outras formas de larva, até originar a borboleta adulta.
Classificação dos insetos: Existem aproximadamente 800 mil espécies de insetos, distribuídas por mais de 30 ordens. Um dos critérios usados para a classificação dos insetos é o número e a forma das asas. Aqui você vai conhecer apenas 5 ordens, escolhidas como exemplo.
Os insetos e a ecologia: O equilíbrio ecológico, em todo ecossistema, é mantido graças a uma série de relações, algumas positivas e outras negativas. Uma relação altamente positiva é a que ocorre entre os insetos voadores e as flores. Para que as plantas se reproduzam há necessidade de que o grão de pólen de uma flor seja transportada até outra flor. Esse transporte chama-se polinização, e é realizado pelos insetos voadores e por vários outros agentes. O transporte do pólen, é realizado em grande parte pelos insetos, é de extrema importância na preservação de matas, florestas, jardins, pomares. É, enfim, essencial à preservação de numerosos ecossistemas. Um exemplo de relação negativa é o que ocorre entre o gafanhoto e as plantações. O gafanhoto é um predador voraz e vive em enormes bandos, capazes de destruir rapidamente plantações inteiras. Um outro inseto menos voraz é o bicho-da-seda, uma mariposa cujas larvas alimentam-se de folhas, principalmente de amoreiras.
Embora alimentam-se dessas folhas, as larvas do bicho-da-seda são muito úteis, pois produzem a seda, tão importante na industrialização de tecidos.
Os insetos e a saúde humana: Os insetos trazem poucos benefícios diretos à saúde humana. A abelha, no entanto, é um exemplo de benefício direto, pois produz o mel, que usamos como alimento e possui ótimo valor nutritivo. A maior parte das relações diretas entre os insetos e o homem é nociva. Assim, por exemplo, muitas abelhas, que são tão úteis, são também venenosas, e seus venenos podem provocar forte dor e grande reação local. As picadas de abelha, no entanto, geralmente não causam grandes males.
O maior mal que os insetos causam a saúde humana é a transmissão de outros seres vivos, que causam doenças.
É o caso, por exemplo, da mosca- doméstica, que pousa no lixo e em outros lugares contaminados e depois pousa nos nossos alimentos, trazendo sujeira e micróbios. Assim, ela pode causar diversas doenças, como a disenteria.
Outros exemplos de doenças transmitidas por insetos são a elefantíase, a malária, a febre amarela, a doença de chagas e o dengue.
ARACNÍDEOS: Os aracnídeos são representados pelas aranhas, pelos escorpiões e pelos carrapatos. Todos eles possuem um par de quelíceras e quatro pares de patas locomotoras.
As quelíceras são apêndices em forma de pinças, situados na parte anterior da cabeça. É um exemplo uma aranha jovem e uma adulta. Seus corpos têm a mesma forma.Todos os aracnídeos não sofrem metamorfose.
Outra característica importante dos aracnídeos é que eles têm a cabeça e o tórax numa peça só, chamada cefalotórax.
É fácil distinguir um aracnídeo de um inseto, pelo exame externo do corpo.
Classificação dos aracnídeos: Os Aracnídeos podem ser distribuídas por 3 ordens, com base no aspecto externo do corpo:
Araneídeos englobam todas as espécies de aranhas, venenosas ou não.
Escorpionideos, que reúne os escorpiões. O escorpião é um aracnídeo que provoca um certo receio nas pessoas, pelo seu aspecto e comportamento agressivo.
Ácaros, que são os carrapatos e alguns parasitas micróbicos.
CRUSTÁCEOS: Crustáceos são os artrópodes que possuem uma crosta protegendo o corpo. Os principais representantes dessa classe são os camarões, as lagostas,os caranguejos e os siris, todos com 5 pares de patas. São, portanto, decápodes( deca= dez; podes= patas, pés).
Na maioria dos decápodes, as 2 patas dianteiras são modificadas e bem desenvolvidas como adaptação à preenção de alimentos.
Classificação dos crustáceos: O número de patas é um bom critério, que permite dividir a classe dos crustáceos em duas ordens: Decápodes e Isópodes.
Os decápodes você já conhece: São crustáceos de dez patas.
Os isópodes são crustáceos que possuem numerosas patas, todas semelhantes. O exemplo mais conhecido é um isópodes encontrado em toda a costa litorânea do Brasil, conhecido por tatuí, tatuíra ou tatuzinho de de praia.
Revestimento do corpo dos crustáceos: O esqueleto é um sistema encarregado da sustentação do corpo, tanto em vertebrados como em invertebrados; nos vertebrados, o esqueleto fica dentro do corpo, e nos invertebrados fica fora, revestindo o corpo. Dizemos, então, que os vertebrados tem endoesqueleto (esqueleto interno) e que os invertebrados tem exoesqueleto (esqueleto externo).
Dentre os artrópodes, os crustáceos são os que possuem exoesqueleto mais volumoso e mais desenvolvido; Ele forma a crosta, que deu nome aos crustáceos, e que reveste e protege o corpo desses animais. Essa crosta é constituída por quitina e carbonato de cálcio.
Externamente, podemos reconhecer duas partes no corpo dos crustáceos: o cefalotórax e abdômen.
No cefalotórax localizam-se dois pares de antenas e um par de olhos compostos, que geralmente situam-se na extremidade de dois pedúnculos; são por isso, chamados olhos pedunculados. Esses olhos são movimentados pelos pedunculos, permitindo assim, uma ampla exploração do ambiente.
Os crustáceos são, na sua maioria animais aquáticos, e de respiração branquial.
Fonte:http://www.coladaweb.com/biologia/reinos/artropodes
Pertencem ao filo Artrópoda: borboletas, moscas, aranhas, caranguejos, escorpiões, centopéias, libélulas, besouros, tatu-bola e milhares de outros animais, distribuídos pelas 5 subdivisões existentes.
Insecta: São os insetos, é sem dúvida a divisão mais numerosa dos artrópodes, a maioria dos insetos são terrestres (solo e ar), mas existem algumas espécies que vivam em ambientes aquáticos, assim como a fase larval de alguns mosquitos como o Aedes Aegypti, Anopheles entre outros. os insetos possuem um par de olhos compostos, mandíbulas e sua respiração é realizada por traquéia. Alguns exemplos de insetos são: moscas, abelhas, traça, pulgas, borboletas e etc.
Crustacea: São os crustáceos, esse nome vem do fato de muitas espécies de crustáceos possuírem um exoesqueleto, formando uma crosta. A maioria desses animais são aquáticos como: lagostas siris, caranguejos, mas também existe alguns representantes terrestres, como o tatuzinho-de-jardim. E são raros os crustáceos fixos (anatipo, bálano). Existem crustáceos que não são visíveis a olho nú, como é o caso da dáfnia e plânctons.
Arachnida: Os aracnídeos incluem as aranhas, os escorpiões, os ácaros e os carrapatos. Os aracnídeos diferem - se dos demais artrópodes, por não possuírem antenas nem mandíbulas, alguns aracnídeos possuem veneno em sua armas, como uma forma de defesa e de paralisação de suas presas, como é o caso do escorpião e de algumas espécies de aranha.
Miriapoda: Estão incluídos nesse grupo, os animais que possuem muitas pernas articuladas, esse nome é apenas uma designação coletiva de dois grupos de animais: Chilopoda (quilópodes) e Diplopoda (diplópodes). Os quilópodes apresentam um par de pernas por segmento, sendo que o primeiro par e transformado em uma estrutura denominada de forcípula, que na extremidade possui uma glândula de veneno, usado para imobilizar suas presas, já que esses animais são carnívoros, ao contrário dos diplópodes, que são herbívoros e comem detritos vegetais. Um exemplo de quilópodes é a Lacraia. Os diplópodes não possuem forcípula e nem são venenosos e cada segmento do corpo possui 2 pares de pernas. Como forma de defesa, esses animais se enrolam e expelem de seu corpos uma substância com cheiro e gosto forte. Alguns exemplos de diplópodes são: Centopéia, piolho de cobra entre outros.
INTRODUÇÃO: Dentro do estudo dos invertebrados, o filo artrópodes merece atenção especial. Ele agrupa mais de 800 mil espécies, contia que supera todos os demais filos reunidos. Além disso, merecem citação a grande diversidade dessas espécies; Sua boa adaptação a diferentes ambientes; as vantagens em competição com outras espécies; a excepcional capacidade reprodutória; a eficiência na execução de suas funções; a resistência a substâncias tóxicas e a sua perfeita reorganização social, caso das abelhas, formigas e cupins.
O QUE SÃO ARTRÓPODES: Os invertebrados que possuem patas articuladas, nome formado de Athros, que significa articulações, o podes, que significa pés patas. Os artrópodes tem uma carapaça protetora externa, que é o seu esqueleto, formada por uma substância resistente e impermeável, chamada quitina, endurecida por conter muito carbonato de cálcio.
Ao crescer, o artrópode abandonam o esqueleto velho, pequeno, e fabrica outro, maior. Esse fenômeno é chamado muda. Ela ocorre várias vezes para que o animal possa atingir o tamanho adulto.
Os artrópodes, no entanto, não possuem apenas patas articuladas, mas sim todas as suas e extremidades, como as antenas e as peças bucais. Os seus membros inferiores são formados por partes que se articulam, ou seja, que se movimentam umas em relação às outras: os seus pés se articulam com suas pernas, que se articulam também comm suas coxas, que também se articulam com os ossos do quadril.
CLASSIFICAÇÃO DOS ARTRÓPODES: Os artrópodes podem ser classificados em cinco classes principais, usando como critério o número de patas.
INSETOS: São artrópodes com seis patas distribuída em três partes. Os insetos apresenta o corpo subdividido cabeça, tórax e abdome. Possuem um par de antenas e três pares de patas no tórax. Nas maioria das espécies, há dois pares de asas, mas há espécies com apenas um par e outros sem asas.
CARACTERÍSTICAS: O corpo dos insetos e formado por três regiões: cabeça, tórax e abdome.
Na cabeça das insetos, podemos notar antenas, olhos e peças bucais.
Antenas: São utilizadas para a orientação. Todos insetos tem um par de antenas.
Olhos: os insetos possuem dois tipos de olhos:
- 2 olhos compostos, isto é, formados por várias unidades, que permite enxergar em várias direções ao mesmo tempo;
- 3 olhos simples, também conhecidos por ocelos.
Esse conjunto de olhos proporciona aos insetos uma excelente visão. Eles podem enxergar coisas que não são visíveis ao homem.
Peças bucais: as peças bucais, todas dotadas de articulação, estão diretamente relacionadas com a alimentação. Assim, as peças bucais podem ser de vários tipos, conforme os hábitos alimentares dos insetos.
O tórax: dos insetos é dividido em três partes; em cada uma delas prende-se um par de patas.
É ainda no tórax que se prendem as asas, existentes na maioria dos insetos. Quando ao número de asas , existem 3 tipos de insetos: sem asas, com um par de asas e com dois pares de asas.
Respiração dos insetos: Os insetos respiram por traquéias, pequenos canais que ligam as células do interior do corpo com o meio ambiente. Ao longo de todo o corpo de um inseto podem ser ver os estimas , pequenas manhas onde se abrem as traquéias.
Reprodução dos insetos: Os insetos são animais de sexos separados e ovíparos. Depois que os ovos são botados pelas fêmeas, eles se desenvolvem e forma um novo inseto.
Alguns insetos tem desenvolvimento direto: do ovo nasce uma forma jovem, que já tem o aspecto do adulto, embora menor. É, por exemplo, o caso da traça. O desenvolvimento da mosca é indireto: ela nasce diferente do adulto, e passa por mudanças na forma do corpo, enquanto se transforma de recém- nascida em adulta. Dizemos que a mosca sofre metamorfose. Todas as formas que tem aspecto diferente do adulto chama-se larvas. Nem todos os insetos apresentam metamorfose, mas ela ocorre na maioria deles. Você já deve ter visto as lagartas das borboletas: elas são larvas que se transformarão em borboletas adultas.
A borboleta bota o ovo em uma folha, e desse ovo nasce uma lagarta, que é a primeira forma de larva desses insetos. Em seguida, a lagarta se transforma, passando por outras formas de larva, até originar a borboleta adulta.
Classificação dos insetos: Existem aproximadamente 800 mil espécies de insetos, distribuídas por mais de 30 ordens. Um dos critérios usados para a classificação dos insetos é o número e a forma das asas. Aqui você vai conhecer apenas 5 ordens, escolhidas como exemplo.
Os insetos e a ecologia: O equilíbrio ecológico, em todo ecossistema, é mantido graças a uma série de relações, algumas positivas e outras negativas. Uma relação altamente positiva é a que ocorre entre os insetos voadores e as flores. Para que as plantas se reproduzam há necessidade de que o grão de pólen de uma flor seja transportada até outra flor. Esse transporte chama-se polinização, e é realizado pelos insetos voadores e por vários outros agentes. O transporte do pólen, é realizado em grande parte pelos insetos, é de extrema importância na preservação de matas, florestas, jardins, pomares. É, enfim, essencial à preservação de numerosos ecossistemas. Um exemplo de relação negativa é o que ocorre entre o gafanhoto e as plantações. O gafanhoto é um predador voraz e vive em enormes bandos, capazes de destruir rapidamente plantações inteiras. Um outro inseto menos voraz é o bicho-da-seda, uma mariposa cujas larvas alimentam-se de folhas, principalmente de amoreiras.
Embora alimentam-se dessas folhas, as larvas do bicho-da-seda são muito úteis, pois produzem a seda, tão importante na industrialização de tecidos.
Os insetos e a saúde humana: Os insetos trazem poucos benefícios diretos à saúde humana. A abelha, no entanto, é um exemplo de benefício direto, pois produz o mel, que usamos como alimento e possui ótimo valor nutritivo. A maior parte das relações diretas entre os insetos e o homem é nociva. Assim, por exemplo, muitas abelhas, que são tão úteis, são também venenosas, e seus venenos podem provocar forte dor e grande reação local. As picadas de abelha, no entanto, geralmente não causam grandes males.
O maior mal que os insetos causam a saúde humana é a transmissão de outros seres vivos, que causam doenças.
É o caso, por exemplo, da mosca- doméstica, que pousa no lixo e em outros lugares contaminados e depois pousa nos nossos alimentos, trazendo sujeira e micróbios. Assim, ela pode causar diversas doenças, como a disenteria.
Outros exemplos de doenças transmitidas por insetos são a elefantíase, a malária, a febre amarela, a doença de chagas e o dengue.
ARACNÍDEOS: Os aracnídeos são representados pelas aranhas, pelos escorpiões e pelos carrapatos. Todos eles possuem um par de quelíceras e quatro pares de patas locomotoras.
As quelíceras são apêndices em forma de pinças, situados na parte anterior da cabeça. É um exemplo uma aranha jovem e uma adulta. Seus corpos têm a mesma forma.Todos os aracnídeos não sofrem metamorfose.
Outra característica importante dos aracnídeos é que eles têm a cabeça e o tórax numa peça só, chamada cefalotórax.
É fácil distinguir um aracnídeo de um inseto, pelo exame externo do corpo.
Classificação dos aracnídeos: Os Aracnídeos podem ser distribuídas por 3 ordens, com base no aspecto externo do corpo:
Araneídeos englobam todas as espécies de aranhas, venenosas ou não.
Escorpionideos, que reúne os escorpiões. O escorpião é um aracnídeo que provoca um certo receio nas pessoas, pelo seu aspecto e comportamento agressivo.
Ácaros, que são os carrapatos e alguns parasitas micróbicos.
CRUSTÁCEOS: Crustáceos são os artrópodes que possuem uma crosta protegendo o corpo. Os principais representantes dessa classe são os camarões, as lagostas,os caranguejos e os siris, todos com 5 pares de patas. São, portanto, decápodes( deca= dez; podes= patas, pés).
Na maioria dos decápodes, as 2 patas dianteiras são modificadas e bem desenvolvidas como adaptação à preenção de alimentos.
Classificação dos crustáceos: O número de patas é um bom critério, que permite dividir a classe dos crustáceos em duas ordens: Decápodes e Isópodes.
Os decápodes você já conhece: São crustáceos de dez patas.
Os isópodes são crustáceos que possuem numerosas patas, todas semelhantes. O exemplo mais conhecido é um isópodes encontrado em toda a costa litorânea do Brasil, conhecido por tatuí, tatuíra ou tatuzinho de de praia.
Revestimento do corpo dos crustáceos: O esqueleto é um sistema encarregado da sustentação do corpo, tanto em vertebrados como em invertebrados; nos vertebrados, o esqueleto fica dentro do corpo, e nos invertebrados fica fora, revestindo o corpo. Dizemos, então, que os vertebrados tem endoesqueleto (esqueleto interno) e que os invertebrados tem exoesqueleto (esqueleto externo).
Dentre os artrópodes, os crustáceos são os que possuem exoesqueleto mais volumoso e mais desenvolvido; Ele forma a crosta, que deu nome aos crustáceos, e que reveste e protege o corpo desses animais. Essa crosta é constituída por quitina e carbonato de cálcio.
Externamente, podemos reconhecer duas partes no corpo dos crustáceos: o cefalotórax e abdômen.
No cefalotórax localizam-se dois pares de antenas e um par de olhos compostos, que geralmente situam-se na extremidade de dois pedúnculos; são por isso, chamados olhos pedunculados. Esses olhos são movimentados pelos pedunculos, permitindo assim, uma ampla exploração do ambiente.
Os crustáceos são, na sua maioria animais aquáticos, e de respiração branquial.
Fonte:http://www.coladaweb.com/biologia/reinos/artropodes
Moluscos:
1. Moluscos: corpo mole, geralmente em conchas
Os moluscos são invertebrados de simetria bilateral, celomados, não segmentados e dotados de corpo mole (do latim molluscum, ‘animal de corpo mole’). A maioria é portadora de concha calcária protetora, embora algumas espécies, como as lesmas e os polvos, não a possuam. Compreendem caramujos, caracóis, lesmas, búzios, ostras, mexilhões, mariscos, lulas, polvos e outros animais menos conhecidos. Muitos deles são consumidos na alimentação humana. Há espécies que medem alguns poucos milímetros e outras que atingem dimensões monstruosas, como o calamar gigante das profundezas abissais, que pode alcançar 15 m de comprimento e pesar algumas toneladas. Algumas espécies de ostras (principalmente as encontradas nas proximidades do Sri Lanka, antigo Ceilão) produzem pérolas muito valiosas. Com relação à importância médica, é interessante lembrar os moluscos planorbídeos (Biomphalaria glabrata), que servem de hospedeiros intermediários para o desenvolvimento larvar do verme causador da esquistossomose.
a) As características gerais dos moluscos
São dotados de corpo viscoso, envolvido por uma concha calcária e constituído de três partes: cabeça, pé e massa visceral.
A massa visceral é recoberta por uma prega epidérmica carnosa chamada manto ou pálio, responsável pela produção da concha calcária.
A concha dos moluscos pode ser univalva (caramujos) ou bivalva (ostras). Neste último caso, as duas peças ou valvas se articulam por uma borda e são movimentadas por poderosos músculos que fazem o seu fechamento ou abertura.
O sistema excretor nos moluscos é constituído de nefrídias, que retiram os excretas da cavidade pericárdia (ao do coração), a qual representa o celoma destes animais, e os derramam na cavidade do manto.
Entre o manto e a concha existe a cavidade do manto ou cavidade palial, que desempenha funções respiratórias.
São organismos triblásticos, celomados e de simetria bilateral.
A boca exibe uma língua provida de dentículos, denominada rádula, ausente apenas nas ostras e mariscos.
A respiração pode ser cutânea, branquial ou pulmonar.
Podem ser dióicos ou monóicos. Seu desenvolvimento pode ser direto ou indireto. No indireto, as larvas podem ser do tipo: véliger; gloquídio; trocófora.
Sistema digestivo completo.
Compreendem caramujos, caracóis, lesmas, búzios, ostras, mexilhões, mariscos, lulas, polvos e outros animais menos conhecidos.
Há espécies que medem alguns poucos milímetros e outras atingem dimensões monstruosas, como o calamar gigante das profundezas abissais, que pode alcançar 15 m de comprimento e pesar algumas toneladas.
Algumas espécies de ostras (principalmente as encontradas nas proximidades do Sri Lanka, antigo Ceilão) produzem pérolas muito valiosas.
Com relação à importância médica, é interessante lembrar os moluscos planorbídeos (Biomphalaria glabrata), que servem de hospedeiros intermediários para o desenvolvimento larvar do verme causador das esquistossomose.
b) Classes dos moluscos
O filo Mollusca compreende cinco classes principais: Amphineura, Scaphopoda, Gastropoda, Pelecypoda e Cephalopoda.
Classe Amphineura
Os anfineuros abrangem moluscos pouco conhecidos, marinhos, encontrados no fundo do mar, revelando o corpo mole protegido por oito placas calcárias sobrepostas como telhas. Quando se sentem em perigo, enroscam-se à semelhança do tatuzinho-de-quintal. São conhecidos como quítons. Exemplo: Chiton magnificus.
Classe Scaphopoda
Os escafópodos vivem freqüentemente enterrados na areia das águas rasas, mas podem também ser encontrados em profundidades de até 4. 5000 metros. Tem o corpo dotado de uma concha tubular protetora, recurvada como um grande canino, medindo cerca de 6 cm de comprimento e aberta nas duas extremidades. O animal possui um pequeno pé cônico, como o qual se movimenta o se fixa às pedras. Exemplo: Dentalium meridionale.
Classe Gastropoda
Aqui se encontram numerosas espécies de moluscos muito conhecidos. O corpo possui nitidamente cabeça, pé e massa visceral. O pé achatado em forma de palmilha e cobre toda a porção ventral da massa visceral, daí o nome da classe (do grego gaster, ‘ventre’ e pous, podos , ‘pés’). Os gastrópodos revelam como principais características: Pé achatado em forma de palmilha recobrindo o ventre.
Cabeça com dois pares de tentáculos, o primeiro olfativo e o segundo dotado de olhos. Boca portadora de rádula, uma espécie de língua denteada e protrátil, que serve para "raspar" os alimentos como uma lima. Aliás, a rádula é encontrada em quase todos os moluscos, com exceção apenas dos pelecípodos.A massa visceral é recoberta por um tecido de revestimento chamado manto ou pálio, formado de
Os moluscos são invertebrados de simetria bilateral, celomados, não segmentados e dotados de corpo mole (do latim molluscum, ‘animal de corpo mole’). A maioria é portadora de concha calcária protetora, embora algumas espécies, como as lesmas e os polvos, não a possuam. Compreendem caramujos, caracóis, lesmas, búzios, ostras, mexilhões, mariscos, lulas, polvos e outros animais menos conhecidos. Muitos deles são consumidos na alimentação humana. Há espécies que medem alguns poucos milímetros e outras que atingem dimensões monstruosas, como o calamar gigante das profundezas abissais, que pode alcançar 15 m de comprimento e pesar algumas toneladas. Algumas espécies de ostras (principalmente as encontradas nas proximidades do Sri Lanka, antigo Ceilão) produzem pérolas muito valiosas. Com relação à importância médica, é interessante lembrar os moluscos planorbídeos (Biomphalaria glabrata), que servem de hospedeiros intermediários para o desenvolvimento larvar do verme causador da esquistossomose.
a) As características gerais dos moluscos
São dotados de corpo viscoso, envolvido por uma concha calcária e constituído de três partes: cabeça, pé e massa visceral.
A massa visceral é recoberta por uma prega epidérmica carnosa chamada manto ou pálio, responsável pela produção da concha calcária.
A concha dos moluscos pode ser univalva (caramujos) ou bivalva (ostras). Neste último caso, as duas peças ou valvas se articulam por uma borda e são movimentadas por poderosos músculos que fazem o seu fechamento ou abertura.
O sistema excretor nos moluscos é constituído de nefrídias, que retiram os excretas da cavidade pericárdia (ao do coração), a qual representa o celoma destes animais, e os derramam na cavidade do manto.
Entre o manto e a concha existe a cavidade do manto ou cavidade palial, que desempenha funções respiratórias.
São organismos triblásticos, celomados e de simetria bilateral.
A boca exibe uma língua provida de dentículos, denominada rádula, ausente apenas nas ostras e mariscos.
A respiração pode ser cutânea, branquial ou pulmonar.
Podem ser dióicos ou monóicos. Seu desenvolvimento pode ser direto ou indireto. No indireto, as larvas podem ser do tipo: véliger; gloquídio; trocófora.
Sistema digestivo completo.
Compreendem caramujos, caracóis, lesmas, búzios, ostras, mexilhões, mariscos, lulas, polvos e outros animais menos conhecidos.
Há espécies que medem alguns poucos milímetros e outras atingem dimensões monstruosas, como o calamar gigante das profundezas abissais, que pode alcançar 15 m de comprimento e pesar algumas toneladas.
Algumas espécies de ostras (principalmente as encontradas nas proximidades do Sri Lanka, antigo Ceilão) produzem pérolas muito valiosas.
Com relação à importância médica, é interessante lembrar os moluscos planorbídeos (Biomphalaria glabrata), que servem de hospedeiros intermediários para o desenvolvimento larvar do verme causador das esquistossomose.
b) Classes dos moluscos
O filo Mollusca compreende cinco classes principais: Amphineura, Scaphopoda, Gastropoda, Pelecypoda e Cephalopoda.
Classe Amphineura
Os anfineuros abrangem moluscos pouco conhecidos, marinhos, encontrados no fundo do mar, revelando o corpo mole protegido por oito placas calcárias sobrepostas como telhas. Quando se sentem em perigo, enroscam-se à semelhança do tatuzinho-de-quintal. São conhecidos como quítons. Exemplo: Chiton magnificus.
Classe Scaphopoda
Os escafópodos vivem freqüentemente enterrados na areia das águas rasas, mas podem também ser encontrados em profundidades de até 4. 5000 metros. Tem o corpo dotado de uma concha tubular protetora, recurvada como um grande canino, medindo cerca de 6 cm de comprimento e aberta nas duas extremidades. O animal possui um pequeno pé cônico, como o qual se movimenta o se fixa às pedras. Exemplo: Dentalium meridionale.
Classe Gastropoda
Aqui se encontram numerosas espécies de moluscos muito conhecidos. O corpo possui nitidamente cabeça, pé e massa visceral. O pé achatado em forma de palmilha e cobre toda a porção ventral da massa visceral, daí o nome da classe (do grego gaster, ‘ventre’ e pous, podos , ‘pés’). Os gastrópodos revelam como principais características: Pé achatado em forma de palmilha recobrindo o ventre.
Cabeça com dois pares de tentáculos, o primeiro olfativo e o segundo dotado de olhos. Boca portadora de rádula, uma espécie de língua denteada e protrátil, que serve para "raspar" os alimentos como uma lima. Aliás, a rádula é encontrada em quase todos os moluscos, com exceção apenas dos pelecípodos.A massa visceral é recoberta por um tecido de revestimento chamado manto ou pálio, formado de
Nematóide
CARACTERÍSTICAS GERAIS
Corpo cilíndrico não segmentado;
Simetria bilateral;
Possuem pseudoceloma e tubo digestório completo;
Triblásticos;
Protostômios.
SISTEMA TEGUMENTÁRIO
Corpo revestido por uma cutícula flexível, acelular.
SISTEMA MUSCULAR
Apresenta apenas musculatura longitudinal abaixo da epiderme.
CAVIDADE DO CORPO
Possuem pseudoceloma, que fica entre a camada muscular e a parede intestinal.
SISTEMA DIGESTÓRIO
Completo da boca até o ânus, digestão é extracelular.
SISTEMA CIRCULATÓRIO
Ausente, a distribuição ocorre pelo líquido celômico.
SISTEMA RESPIRATÓRIO
Ausente, nos de vida livre é por difusão (na pele), nas parasitas é anaeróbia.
SISTEMA EXCRETOR
Possui dois tipos de sistemas excretores, o simples que aparece em nematóides de vida livre e é constituído de uma grande célula ventral anterior, já o duplo, é em forma de H.
SISTEMA NERVOSO
É constituído de um anel em volta do esôfago e por vários cordões longitudinais que deles partem.
REPRODUÇÃO
Dióicos, com fecundação interna.
HÁBITAT
Vida livre: vivem na água e no solo;
Parasitas: parasitam animais e vegetais.
Principais doenças causadas por nematelmintos
Ascaridíase:
Agente causador: Ascaris lumbricóides;
Habitat: intestino delgado;
Transmissão: ocorre quando o hospedeiro ingere ovos;
Sintomas: obstrução intestinal e dos canais hepáticos. Pneumonia.
Enterobiose:
Agente causador: Enterobius vermicularis
Habitat: intestino grosso;
Transmissão: ocorre quando o hospedeiro ingere ovos;
Sintomas: diarréia, dores abdominais, coceira anal, náuseas e vômitos.
Amarelão:
Agente causador: Necator americanus ou Ancylostoma duodenale;
Habitat: intestino delgado;
Transmissão: penetração ativa na pele das larvas que ficam livres no solo;
Sintomas: ulcerações na mucosa intestinal, anemia, afecções pulmonares.
Elefantíase:
Agente causador: Wuchereria broncofti;
Habitat: vasos linfáticos das pernas, braços, glândulas mamárias e saco escrotal;
Transmissão: mosquitos dos gêneros Culex, Aedes e Anopheles.
Sintomas: edema, linfagetes e linfadenites.
Corpo cilíndrico não segmentado;
Simetria bilateral;
Possuem pseudoceloma e tubo digestório completo;
Triblásticos;
Protostômios.
SISTEMA TEGUMENTÁRIO
Corpo revestido por uma cutícula flexível, acelular.
SISTEMA MUSCULAR
Apresenta apenas musculatura longitudinal abaixo da epiderme.
CAVIDADE DO CORPO
Possuem pseudoceloma, que fica entre a camada muscular e a parede intestinal.
SISTEMA DIGESTÓRIO
Completo da boca até o ânus, digestão é extracelular.
SISTEMA CIRCULATÓRIO
Ausente, a distribuição ocorre pelo líquido celômico.
SISTEMA RESPIRATÓRIO
Ausente, nos de vida livre é por difusão (na pele), nas parasitas é anaeróbia.
SISTEMA EXCRETOR
Possui dois tipos de sistemas excretores, o simples que aparece em nematóides de vida livre e é constituído de uma grande célula ventral anterior, já o duplo, é em forma de H.
SISTEMA NERVOSO
É constituído de um anel em volta do esôfago e por vários cordões longitudinais que deles partem.
REPRODUÇÃO
Dióicos, com fecundação interna.
HÁBITAT
Vida livre: vivem na água e no solo;
Parasitas: parasitam animais e vegetais.
Principais doenças causadas por nematelmintos
Ascaridíase:
Agente causador: Ascaris lumbricóides;
Habitat: intestino delgado;
Transmissão: ocorre quando o hospedeiro ingere ovos;
Sintomas: obstrução intestinal e dos canais hepáticos. Pneumonia.
Enterobiose:
Agente causador: Enterobius vermicularis
Habitat: intestino grosso;
Transmissão: ocorre quando o hospedeiro ingere ovos;
Sintomas: diarréia, dores abdominais, coceira anal, náuseas e vômitos.
Amarelão:
Agente causador: Necator americanus ou Ancylostoma duodenale;
Habitat: intestino delgado;
Transmissão: penetração ativa na pele das larvas que ficam livres no solo;
Sintomas: ulcerações na mucosa intestinal, anemia, afecções pulmonares.
Elefantíase:
Agente causador: Wuchereria broncofti;
Habitat: vasos linfáticos das pernas, braços, glândulas mamárias e saco escrotal;
Transmissão: mosquitos dos gêneros Culex, Aedes e Anopheles.
Sintomas: edema, linfagetes e linfadenites.
Anelídeo
CARACTERÍSTICAS DOS ANELÍDEOS
1. SÃO EUCARIOTOS E MULTICELULARES
2.APRESENTAM TRES CAMADAS EMBRIONÁRIAS.
3. APRESENTAM SIMETRIA BILATERAL.
4. APRESENTAM METAMERIA.
5. POSSUEM CERDAS:ESTRUTURAS QUITINOSAS FILIFORMES (NA FORMA DE FIO) ESPECIALIZADAS NA LOCOMOÇÃO E NA RESPIRAÇÃO. NO CASO DA RESPIRAÇÃO, AS POLIQUETAS FORMAM UM CONJUNTO DE CERDAS, QUE SÃO AS BRÂNQUIAS. AS BRÂNQUIAS SÃO ÓRGÃOS PRÓPIOS PARA CAPTURAR O OXIGÊNIO DISSOLVIDO NA ÁGUA.
6. CORPO REVESTIDO POR UMA CUTÍCULA, QUE É SUA PROTEÇÃO.
7.MÚSCULOS DESENVOLVIDOS, CIRCULARES E LONGITUDINAIS (AO LONGO DO CORPO)
8. SISTEMA CIRCULATÓRIO COMPLETO: O SISTEMA É FECHADO. AS VEIAS TIRAM O CARBONO , E AS ARTÉRIAS DISTRIBUEM O OXIGÊNIO.
9. POSSUEM SISTEMA DIGESTÓRIO COMPLETO COM BOCA E ÂNUS
10. APRESENTAM DOIS TIPOS DE RESPIRAÇÃO:
CUTÂNEA - PELA PELE
BRANQUIAL- POR BRÂNQUIAS
11.POSSUEM SISTEMA NERVOSO COM DOIS GÂNGLIOS, E CADA ANEL POSSUI UM GÂNGLIO
12. POSSUEM CÉLULAS FOTORRECEPTORAS QUE PERCEBEM A LUZ
POSSUEM TAMBÉM PARA O OLFATO E O PALADAR.
1. SÃO EUCARIOTOS E MULTICELULARES
2.APRESENTAM TRES CAMADAS EMBRIONÁRIAS.
3. APRESENTAM SIMETRIA BILATERAL.
4. APRESENTAM METAMERIA.
5. POSSUEM CERDAS:ESTRUTURAS QUITINOSAS FILIFORMES (NA FORMA DE FIO) ESPECIALIZADAS NA LOCOMOÇÃO E NA RESPIRAÇÃO. NO CASO DA RESPIRAÇÃO, AS POLIQUETAS FORMAM UM CONJUNTO DE CERDAS, QUE SÃO AS BRÂNQUIAS. AS BRÂNQUIAS SÃO ÓRGÃOS PRÓPIOS PARA CAPTURAR O OXIGÊNIO DISSOLVIDO NA ÁGUA.
6. CORPO REVESTIDO POR UMA CUTÍCULA, QUE É SUA PROTEÇÃO.
7.MÚSCULOS DESENVOLVIDOS, CIRCULARES E LONGITUDINAIS (AO LONGO DO CORPO)
8. SISTEMA CIRCULATÓRIO COMPLETO: O SISTEMA É FECHADO. AS VEIAS TIRAM O CARBONO , E AS ARTÉRIAS DISTRIBUEM O OXIGÊNIO.
9. POSSUEM SISTEMA DIGESTÓRIO COMPLETO COM BOCA E ÂNUS
10. APRESENTAM DOIS TIPOS DE RESPIRAÇÃO:
CUTÂNEA - PELA PELE
BRANQUIAL- POR BRÂNQUIAS
11.POSSUEM SISTEMA NERVOSO COM DOIS GÂNGLIOS, E CADA ANEL POSSUI UM GÂNGLIO
12. POSSUEM CÉLULAS FOTORRECEPTORAS QUE PERCEBEM A LUZ
POSSUEM TAMBÉM PARA O OLFATO E O PALADAR.
Platelmintos
Características Gerais
Os platelmintos, também conhecidos popularmente como vermes, são animais pertencentes ao filo Platyhelminthes, reino Animália e subreino Metazoa. O corpo dos platelmintos é achatado, pois não possuem sistemas respiratório e circulatório. Vivem em locais úmidos e, algumas espécies, parasitam animais (principalmente mamíferos).
Sistema digestivo
Ocorre de forma intra e extracelular. O sistema é incompleto, apresentando apenas uma abertura em todo sistema. Possuem boca, faringe e intestino.
Sistema nervoso
Possuem sistema nervoso central formado por um anel. Possuem filetes nervosos que percorrem o corpo todo através de ramificações.
Sistema excretor
A excreção é realizada através das células-flama (protonefrídios), que realizam a excreção para a superfície do corpo. Os platelmintos secretam amônia.
Sistema respiratório
Não possuem sistema respiratório. Nos platelmintos de vida livre as trocas são feitas por difusão. Já nos parasitas ela é feita de forma anaeróbica, ou seja, não utiliza oxigênio.
Sistema circulatório
Também não possuem sistema circulatório. Os alimentos são distribuídos pelo corpo através das ramificações do sistema digestivo.
Sistema reprodutor
A reprodução varia de acordo com a espécie. Muitos platelmintos são hermafroditas. Alguns se reproduzem por partenogênese (desenvolvimento do embrião sem fecundação, de forma assexuada). As planárias podem se reproduzir por fissão (ruptura de um pedaço do corpo gerando outro) ou, até mesmo, de forma sexuada .
Principais doenças provocadas por platelmintos:
- Taenia Solium provoca no ser humano a teníase e a cisticercose.
- Esquistossomo provoca a esquistossomose.
- Tremátodes provocam doenças no sangue e no fígado.
Os platelmintos, também conhecidos popularmente como vermes, são animais pertencentes ao filo Platyhelminthes, reino Animália e subreino Metazoa. O corpo dos platelmintos é achatado, pois não possuem sistemas respiratório e circulatório. Vivem em locais úmidos e, algumas espécies, parasitam animais (principalmente mamíferos).
Sistema digestivo
Ocorre de forma intra e extracelular. O sistema é incompleto, apresentando apenas uma abertura em todo sistema. Possuem boca, faringe e intestino.
Sistema nervoso
Possuem sistema nervoso central formado por um anel. Possuem filetes nervosos que percorrem o corpo todo através de ramificações.
Sistema excretor
A excreção é realizada através das células-flama (protonefrídios), que realizam a excreção para a superfície do corpo. Os platelmintos secretam amônia.
Sistema respiratório
Não possuem sistema respiratório. Nos platelmintos de vida livre as trocas são feitas por difusão. Já nos parasitas ela é feita de forma anaeróbica, ou seja, não utiliza oxigênio.
Sistema circulatório
Também não possuem sistema circulatório. Os alimentos são distribuídos pelo corpo através das ramificações do sistema digestivo.
Sistema reprodutor
A reprodução varia de acordo com a espécie. Muitos platelmintos são hermafroditas. Alguns se reproduzem por partenogênese (desenvolvimento do embrião sem fecundação, de forma assexuada). As planárias podem se reproduzir por fissão (ruptura de um pedaço do corpo gerando outro) ou, até mesmo, de forma sexuada .
Principais doenças provocadas por platelmintos:
- Taenia Solium provoca no ser humano a teníase e a cisticercose.
- Esquistossomo provoca a esquistossomose.
- Tremátodes provocam doenças no sangue e no fígado.
Cnidários
O filo dos cnidários recebe este nome devido ao fato de possuírem uma estrutura denominada cnidoblasto. Trata-se de uma célula especializada, que possui características urticantes, isto é, provoca irritações semelhantes às da urtiga na pele humana. Os cnicoblastos também são dotados de nematocistos, pequenos órgãos semelhantes a arpões carregados de toxinas.
Mas os cnidários também são chamados de celenterados. Esta nomenclatura deve-se ao fato de este ser o primeiro grupo animal a apresentar uma cavidade digestiva - cele = oco e enteros = intestino.
O filo pode apresentar exemplares sésseis (fixos a um substrato), como por exemplo, as anêmonas e corais, com a cavidade bucal voltada para cima, ou exemplares livre nadantes, com a cavidade oral voltada para baixo, como por exemplo, as águas-vivas e as caravelas (um organismo colonial, constituído por pólipos e medusas, presos a uma bolsa de ar e com divisão de trabalho).
Em sua organização corporal, os cnidários apresentam dois folhetos embrionários (diblásticos) e se trata do único filo Reino animal com esta característica. Sua simetria é radial e os espécimes possuem um compartimento digestivo interno chamado cavidade gastrovascular (gastro = estômago e vascular = relativo a vaso). Esta apresenta uma abertura (boca) que serve tanto para ingerir os alimentos quanto para eliminar os resíduos da digestão. Devido a isso, fala-se em sistema digestório incompleto.
Cnidoblastos
A característica marcante dos cnidários, no entanto, é a presença de cnidoblastos, como foi dito anteriormente. Em geral, ao redor da boca encontramos os tentáculos e nestes estão os cnidoblastos, com os nematocistos, onde ficam armazenadas a toxina que causa reação alérgica nos seres humanos (inflamação na pele) e em outros animais. Os peixes, por exemplo, podem ser totalmente paralisados ou mesmo morrerem.
Os nematocistos são responsáveis por enrolar ou desenrolar um filamento, que é expelido quando o cnidário é tocado. Assim o agressor é inoculado com a substância tóxica (constituída de proteínas).
Esta estrutura é muito importante, pois serve não somente como sistema de defesa, mas também para capturar alimentos, visto que os cnidários são carnívoros e precisam ter um mecanismo eficaz para garantir seu alimento.
Efeitos no homem
A ação da toxina pode causar reação alérgica nas pessoas e até mesmo choque anafilático se o indivíduo for alérgico àquela toxina. Os animais com maior poder de causar acidentes ao ser humano são encontrados na costa australiana. Trata-se de uma espécie de caravela e de uma micro água-viva, com grande poder de intoxicação.
Mas, com todo esse mecanismo que impede os cnidários de serem tocados, como eles conseguem se reproduzir? Sua reprodução pode ser assexuada e sexuada, ocorrendo ainda em alguns tipos de indivíduos uma alternância de gerações conhecida por metagênese e caracterizada por apresentar uma fase assexuada e outra sexuada durante o ciclo reprodutor.
Na reprodução assexuada é comum a formação de brotos. A reprodução sexuada apresenta espécies monóicas (hermafroditas) e também espécies dióicas (sexos separados, existe o macho e a fêmea), ocorrendo assim a reprodução sexuada com fecundação externa.
Mas os cnidários também são chamados de celenterados. Esta nomenclatura deve-se ao fato de este ser o primeiro grupo animal a apresentar uma cavidade digestiva - cele = oco e enteros = intestino.
O filo pode apresentar exemplares sésseis (fixos a um substrato), como por exemplo, as anêmonas e corais, com a cavidade bucal voltada para cima, ou exemplares livre nadantes, com a cavidade oral voltada para baixo, como por exemplo, as águas-vivas e as caravelas (um organismo colonial, constituído por pólipos e medusas, presos a uma bolsa de ar e com divisão de trabalho).
Em sua organização corporal, os cnidários apresentam dois folhetos embrionários (diblásticos) e se trata do único filo Reino animal com esta característica. Sua simetria é radial e os espécimes possuem um compartimento digestivo interno chamado cavidade gastrovascular (gastro = estômago e vascular = relativo a vaso). Esta apresenta uma abertura (boca) que serve tanto para ingerir os alimentos quanto para eliminar os resíduos da digestão. Devido a isso, fala-se em sistema digestório incompleto.
Cnidoblastos
A característica marcante dos cnidários, no entanto, é a presença de cnidoblastos, como foi dito anteriormente. Em geral, ao redor da boca encontramos os tentáculos e nestes estão os cnidoblastos, com os nematocistos, onde ficam armazenadas a toxina que causa reação alérgica nos seres humanos (inflamação na pele) e em outros animais. Os peixes, por exemplo, podem ser totalmente paralisados ou mesmo morrerem.
Os nematocistos são responsáveis por enrolar ou desenrolar um filamento, que é expelido quando o cnidário é tocado. Assim o agressor é inoculado com a substância tóxica (constituída de proteínas).
Esta estrutura é muito importante, pois serve não somente como sistema de defesa, mas também para capturar alimentos, visto que os cnidários são carnívoros e precisam ter um mecanismo eficaz para garantir seu alimento.
Efeitos no homem
A ação da toxina pode causar reação alérgica nas pessoas e até mesmo choque anafilático se o indivíduo for alérgico àquela toxina. Os animais com maior poder de causar acidentes ao ser humano são encontrados na costa australiana. Trata-se de uma espécie de caravela e de uma micro água-viva, com grande poder de intoxicação.
Mas, com todo esse mecanismo que impede os cnidários de serem tocados, como eles conseguem se reproduzir? Sua reprodução pode ser assexuada e sexuada, ocorrendo ainda em alguns tipos de indivíduos uma alternância de gerações conhecida por metagênese e caracterizada por apresentar uma fase assexuada e outra sexuada durante o ciclo reprodutor.
Na reprodução assexuada é comum a formação de brotos. A reprodução sexuada apresenta espécies monóicas (hermafroditas) e também espécies dióicas (sexos separados, existe o macho e a fêmea), ocorrendo assim a reprodução sexuada com fecundação externa.
quinta-feira, 4 de agosto de 2011
segunda-feira, 20 de junho de 2011
CARACTERÍSTICAS GERAIS DOS FUNGOS
CARACTERISTICAS GERAIS DOS FUNGOS
1) Os fungos são seres vivos eucarióticos, com um só núcleo, como as leveduras, ou multinucleados, como se observa entre os fungos filamentosos ou bolores.
Seu citoplasma contém mitocôndrias, retículo endoplasmático rugoso, complexo de Golgi, lisossomos, vacúolos entre outras organelas.
2) Todos são heterótrofos por absorção, isto é, sua digestão é extracelular; suas células produzem enzimas digestivas que são lançadas no ambiente, estas, digerem a matéria orgânica e a célula absorve os nutrientes.
Nutrem-se de matéria orgânica morta - fungos saprofíticos, saprobiontes ou sapróbios.
Entretanto, existem alguns que se alimentam de outros seres vivos parasitando-os ex.: fungos parasitas (patogênicos). Estes fungos provocam doenças em plantas (ferrugens) e em animais (micoses, ex.: pé-de-atleta, candidíase).
3) Apresentam parede celular com reforço de QUITINA (N-acetil glicosamina) além de hexoses e complexos de polissacarídeos e proteínas.
4) Suas células são chamadas hifas e podem ser de dois tipos:
HIFAS SEPTADAS: são hifas com células bem delimitadas por septos (paredes celulares que separam uma célula da outra;
HIFAS CENOCÍTICAS: nesse tipo de fungo o núcleo se divide inúmeras vezes, sem haver divisão do citoplasma ou da célula, formando uma massa de núcleos em uma única célula (célula multinucleada).
5) OS FUNGOS NÃO FORMAM TECIDOS VERDADEIROS, O CONJUNTO DE CÉLULAS (HIFAS) SÃO CHAMADAS DE MICÉLIO.
O MICÉLIO se desenvolve no solo ou no interior da serrapilheira (camada de folhas e galhos que recobre o chão das florestas e bosques), formando uma extensa massa esbranquiçada de hifas entrelaçadas entre si. O micélio então tem função de absorção dos nutrientes, sendo chamado de MICÉLIO VEGETATIVO, necessários a sobrevivência do fungo. A parte do micélio que vemos na superfície do solo é o MICÉLIO REPRODUTIVO que forma o corpo de frutificação (o qual produz os esporos).
6) HABITAT:
Os fungos podem ser encontrados em todos os ambientes: na água, no solo e em plantas e animais; em qualquer lugar que exista matéria orgânica.
Todavia,não conseguem sobreviver em locais secos ou com pouca umidade.
Os métodos tradicionais de preservação de alimentos como secagem, defumação e adição de sal ou açúcar baseiam-se justamente nesta relativa incapacidade de crescimento dos fungos em locais com baixa quantidade de água.
Quanto a temperatura os fungos, assim como a maioria dos organismos, são mesófilos, isto é, desenvolvem-se bem em faixas intermediárias de temperatura (ex.: 20 - 40º C) embora possam tolerar temperaturas positivas próximas ao ponto de congelamento ou até 50º C. Existem, entretanto, fungos que são incapazes de crescer acima de 20º C e também aqueles que necessitam uma temperatura mais elevada para seu desenvolvimento.
7) Formam colônias de dois tipos:
Leveduriformes: são geralmente de consistência gelatinosa ou pastosa e são formados por fungos unicelulares (ex.: Saccharomyces cerevisiae - levedo de cerveja)
Filamentosas: as colônias filamentosas geralmente têm aspecto aveludado ou de algodão. Estes são pluricelulares (ex.: bolores)
8) Os fungos são organismos heterotróficos, em sua maioria, aeróbios obrigatórios. Entretanto, certas leveduras fermentadoras podem ser aeróbias facultativas, e se desenvolvem em ambientes com pouco oxigênio ou mesmo na ausência de oxigênio.
O processo de fermentação alcoólica ocorre em Zygomycetos e Ascomycetos enquanto a fermentação lática ocorre em Citridiomicetos (os fungos mais
1) Os fungos são seres vivos eucarióticos, com um só núcleo, como as leveduras, ou multinucleados, como se observa entre os fungos filamentosos ou bolores.
Seu citoplasma contém mitocôndrias, retículo endoplasmático rugoso, complexo de Golgi, lisossomos, vacúolos entre outras organelas.
2) Todos são heterótrofos por absorção, isto é, sua digestão é extracelular; suas células produzem enzimas digestivas que são lançadas no ambiente, estas, digerem a matéria orgânica e a célula absorve os nutrientes.
Nutrem-se de matéria orgânica morta - fungos saprofíticos, saprobiontes ou sapróbios.
Entretanto, existem alguns que se alimentam de outros seres vivos parasitando-os ex.: fungos parasitas (patogênicos). Estes fungos provocam doenças em plantas (ferrugens) e em animais (micoses, ex.: pé-de-atleta, candidíase).
3) Apresentam parede celular com reforço de QUITINA (N-acetil glicosamina) além de hexoses e complexos de polissacarídeos e proteínas.
4) Suas células são chamadas hifas e podem ser de dois tipos:
HIFAS SEPTADAS: são hifas com células bem delimitadas por septos (paredes celulares que separam uma célula da outra;
HIFAS CENOCÍTICAS: nesse tipo de fungo o núcleo se divide inúmeras vezes, sem haver divisão do citoplasma ou da célula, formando uma massa de núcleos em uma única célula (célula multinucleada).
5) OS FUNGOS NÃO FORMAM TECIDOS VERDADEIROS, O CONJUNTO DE CÉLULAS (HIFAS) SÃO CHAMADAS DE MICÉLIO.
O MICÉLIO se desenvolve no solo ou no interior da serrapilheira (camada de folhas e galhos que recobre o chão das florestas e bosques), formando uma extensa massa esbranquiçada de hifas entrelaçadas entre si. O micélio então tem função de absorção dos nutrientes, sendo chamado de MICÉLIO VEGETATIVO, necessários a sobrevivência do fungo. A parte do micélio que vemos na superfície do solo é o MICÉLIO REPRODUTIVO que forma o corpo de frutificação (o qual produz os esporos).
6) HABITAT:
Os fungos podem ser encontrados em todos os ambientes: na água, no solo e em plantas e animais; em qualquer lugar que exista matéria orgânica.
Todavia,não conseguem sobreviver em locais secos ou com pouca umidade.
Os métodos tradicionais de preservação de alimentos como secagem, defumação e adição de sal ou açúcar baseiam-se justamente nesta relativa incapacidade de crescimento dos fungos em locais com baixa quantidade de água.
Quanto a temperatura os fungos, assim como a maioria dos organismos, são mesófilos, isto é, desenvolvem-se bem em faixas intermediárias de temperatura (ex.: 20 - 40º C) embora possam tolerar temperaturas positivas próximas ao ponto de congelamento ou até 50º C. Existem, entretanto, fungos que são incapazes de crescer acima de 20º C e também aqueles que necessitam uma temperatura mais elevada para seu desenvolvimento.
7) Formam colônias de dois tipos:
Leveduriformes: são geralmente de consistência gelatinosa ou pastosa e são formados por fungos unicelulares (ex.: Saccharomyces cerevisiae - levedo de cerveja)
Filamentosas: as colônias filamentosas geralmente têm aspecto aveludado ou de algodão. Estes são pluricelulares (ex.: bolores)
8) Os fungos são organismos heterotróficos, em sua maioria, aeróbios obrigatórios. Entretanto, certas leveduras fermentadoras podem ser aeróbias facultativas, e se desenvolvem em ambientes com pouco oxigênio ou mesmo na ausência de oxigênio.
O processo de fermentação alcoólica ocorre em Zygomycetos e Ascomycetos enquanto a fermentação lática ocorre em Citridiomicetos (os fungos mais
REINO FUNGI - BOLORES, MOFOS, ORELHAS DE PAU, LEVEDURAS E COGUMELOS.
REINO FUNGI - BOLORES, MOFOS, ORELHAS DE PAU, LEVEDURAS E COGUMELOS.
Micologia
Ramo da Biologia que tem por objeto de estudo os fungos (bolores, mofos, orelhas de pau, leveduras e cogumelos).
Micologia é uma palavra que vem do grego:
μύκης = Mykes: que significa cogumelo e
λόγος = logos: estudo, discurso.
O nome do reino FUNGI vem diretamente do latim
fungus que significa cogumelo, e foi usado por Horacio e Plinio, o velho, em seus respectivos escritos.
Esta palavra (fungus) no entanto vem de uma palavra que os latinos tomaram emprestado da língua grega:
sphongos = σφογγος que significa esponja.
Essa palavra deriva de uma característica macroscópica do corpo de frutificação desses organismos; ou seja, o micélio (dos cogumelos e bolores) apresenta uma consistência esponjosa (tanto em sua estrutura quanto na forma).
FONTE:http://setimocientista.blogspot.com/2010/05/micologia-ramo-da-biologia-que-tem-por.html
Micologia
Ramo da Biologia que tem por objeto de estudo os fungos (bolores, mofos, orelhas de pau, leveduras e cogumelos).
Micologia é uma palavra que vem do grego:
μύκης = Mykes: que significa cogumelo e
λόγος = logos: estudo, discurso.
O nome do reino FUNGI vem diretamente do latim
fungus que significa cogumelo, e foi usado por Horacio e Plinio, o velho, em seus respectivos escritos.
Esta palavra (fungus) no entanto vem de uma palavra que os latinos tomaram emprestado da língua grega:
sphongos = σφογγος que significa esponja.
Essa palavra deriva de uma característica macroscópica do corpo de frutificação desses organismos; ou seja, o micélio (dos cogumelos e bolores) apresenta uma consistência esponjosa (tanto em sua estrutura quanto na forma).
FONTE:http://setimocientista.blogspot.com/2010/05/micologia-ramo-da-biologia-que-tem-por.html
PROTOCTISTAS - UM GRUPO HETEROGÊNEO
PROTOCTISTAS
CARACTERÍSTICAS DOS PROTOCTISTAS
1) TODOS SÃO EUCARIOTOS
2) SÃO ORGANISMOS UNICELULARES, MULTICELULARES E COLONIAIS
3) APRESENTAM ORIGEM POLIFILÉTICA
4) QUANTO A NUTRIÇÃO PODEM SER:
Holozóicos ou heterotróficos
Necessitam obter alimento ja sintetizado por outro organismo. Capturando partículas alimentares (orgânicas) por
fagocitose (ingestão de partículas sólidas) ou pinocitose (ingestão de alimento líquido).
Saprozóicos
Alimentam-se de substâncias inorgânicas já em decomposição
5) DIGESTÃO INTRACELULAR
6) QUANTO A REPRODUÇÃO: ASSEXUADA E SEXUADA
7) DIVISÃO QUANTO A LOCOMOÇÃO
Rizópodes ou Sarcodíneos - Amebas
Ciliophora - Cilados: paramécios
Flagelados ou Mastigóforos - apresentam flagelo Euglena sp.
Esporozoários - Todos são endoparasitas
Reino Protista
Reino Protista
A complexidade da célula eucariótica de um protozoário é tão grande, que ela - sozinha - executa todas as funções que tecidos, órgãos e sistemas realizam em um ser pluricelular complexo. Locomoção, respiração, excreção, controle hídrico, reprodução e relacionamento com o ambiente, tudo é executado por uma única célula, que conta com algumas estruturas capazes de realizar alguns desses papéis específicos, como em um organismo pluricelular.
Segundo a classificação dos seres vivos em cinco reinos (Whittaker – 1969), um deles, o dos Protistas, agrupa organismos eucariontes, unicelulares, autótrofos e heterótrofos. Neste reino se colocam as algas inferiores: euglenófitas, pirrófitas (dinoflagelados) e crisófitas (diatomáceas), que são protistas autótrofos (fotossintetizantes). Os protozoários são protistas heterótrofos.
A célula
A célula de um protista é semelhante às células de animais e plantas, mas há particularidades. Os plastos das algas são diferentes dos das plantas quanto à sua organização interna de membranas fotossintéticas.
Ocorrem cílios e flagelos para a locomoção. A célula do protozoário tem uma membrana simples ou reforçada por capas externas protéicas ou, ainda, por carapaças minerais, como certas amebas (tecamebas).
Os radiolários e heliozoários possuem um esqueleto intracelular composto de sílica.
Os foraminíferos são dotados de carapaças externas feitas de carbonato de cálcio. As algas diatomáceas possuem carapaças silicosas.
Os protistas podem ainda ter adaptações de forma e estrutura de acordo com o seu modo de vida: parasita, ou de vida livre.
O citoplasma está diferenciado em duas zonas, uma externa, hialina, o ectoplasma, e outra interna, granular, o endoplasma. Nesta, existem vacúolos digestivos e inclusões.
Origem
Os protozoários constituem um grupo de eucariontes com cerca de 20 mil espécies. É um grupo diversificado, heterogêneo, que evoluiu a partir de algas unicelulares. Em alguns casos essa origem torna-se bem clara, como por exemplo no grupo de flagelados. Há registro fóssil de protozoários com carapaças (foraminíferos), que viveram há mais de 1,5 bilhão de anos, na
Era Proterozóica. Grandes extensões do fundo dos mares apresentam espessas camadas de depósitos de carapaças de certas espécies de radiolários e foraminíferos. São as chamadas vasas.
Ao lado: Microscopia eletrônica da carapaça presente externamente à célula de uma espécie de radiolário.
Habitat
Os protozoários são, na grande maioria, aquáticos, vivendo nos mares, rios, tanques, aquários, poças, lodo e terra úmida. Há espécies mutualísticas e muitas são parasitas de invertebrados e vertebrados. Eles são organismos microscópicos, mas há espécies de 2 a 3 mm. Alguns formam colônias livres ou sésseis.
Fazem parte do plâncton (conjunto de seres que vivem em suspensão na água dos rios, lagos e oceanos, carregados passivamente pelas ondas e correntes). No plâncton distinguem-se dois grupos de organismos:
fitoplâncton: organismos produtores (fotossintetizadores), representados principalmente por dinoflagelados e diatomáceas, constituem a base de sustentação da cadeia alimentar nos mares e lagos . São responsáveis por mais de 90% da fotossíntese no planeta.
zooplâncton: organismos consumidores, isto é, heterótrofos, representados principalmente por protozoários, pequenos crustáceos e larvas de muitos invertebrados e de peixes
A complexidade da célula eucariótica de um protozoário é tão grande, que ela - sozinha - executa todas as funções que tecidos, órgãos e sistemas realizam em um ser pluricelular complexo. Locomoção, respiração, excreção, controle hídrico, reprodução e relacionamento com o ambiente, tudo é executado por uma única célula, que conta com algumas estruturas capazes de realizar alguns desses papéis específicos, como em um organismo pluricelular.
Segundo a classificação dos seres vivos em cinco reinos (Whittaker – 1969), um deles, o dos Protistas, agrupa organismos eucariontes, unicelulares, autótrofos e heterótrofos. Neste reino se colocam as algas inferiores: euglenófitas, pirrófitas (dinoflagelados) e crisófitas (diatomáceas), que são protistas autótrofos (fotossintetizantes). Os protozoários são protistas heterótrofos.
A célula
A célula de um protista é semelhante às células de animais e plantas, mas há particularidades. Os plastos das algas são diferentes dos das plantas quanto à sua organização interna de membranas fotossintéticas.
Ocorrem cílios e flagelos para a locomoção. A célula do protozoário tem uma membrana simples ou reforçada por capas externas protéicas ou, ainda, por carapaças minerais, como certas amebas (tecamebas).
Os radiolários e heliozoários possuem um esqueleto intracelular composto de sílica.
Os foraminíferos são dotados de carapaças externas feitas de carbonato de cálcio. As algas diatomáceas possuem carapaças silicosas.
Os protistas podem ainda ter adaptações de forma e estrutura de acordo com o seu modo de vida: parasita, ou de vida livre.
O citoplasma está diferenciado em duas zonas, uma externa, hialina, o ectoplasma, e outra interna, granular, o endoplasma. Nesta, existem vacúolos digestivos e inclusões.
Origem
Os protozoários constituem um grupo de eucariontes com cerca de 20 mil espécies. É um grupo diversificado, heterogêneo, que evoluiu a partir de algas unicelulares. Em alguns casos essa origem torna-se bem clara, como por exemplo no grupo de flagelados. Há registro fóssil de protozoários com carapaças (foraminíferos), que viveram há mais de 1,5 bilhão de anos, na
Era Proterozóica. Grandes extensões do fundo dos mares apresentam espessas camadas de depósitos de carapaças de certas espécies de radiolários e foraminíferos. São as chamadas vasas.
Ao lado: Microscopia eletrônica da carapaça presente externamente à célula de uma espécie de radiolário.
Habitat
Os protozoários são, na grande maioria, aquáticos, vivendo nos mares, rios, tanques, aquários, poças, lodo e terra úmida. Há espécies mutualísticas e muitas são parasitas de invertebrados e vertebrados. Eles são organismos microscópicos, mas há espécies de 2 a 3 mm. Alguns formam colônias livres ou sésseis.
Fazem parte do plâncton (conjunto de seres que vivem em suspensão na água dos rios, lagos e oceanos, carregados passivamente pelas ondas e correntes). No plâncton distinguem-se dois grupos de organismos:
fitoplâncton: organismos produtores (fotossintetizadores), representados principalmente por dinoflagelados e diatomáceas, constituem a base de sustentação da cadeia alimentar nos mares e lagos . São responsáveis por mais de 90% da fotossíntese no planeta.
zooplâncton: organismos consumidores, isto é, heterótrofos, representados principalmente por protozoários, pequenos crustáceos e larvas de muitos invertebrados e de peixes
sexta-feira, 17 de junho de 2011
DOENÇAS BACTERIANAS Explicação
Bactérias são organismos procariontes, com organização celular bastante simples. Exercem diversas funções ecológicas, como produtores, decompositores; e podem se relacionar com outros organismos, tanto de forma harmônica quanto desarmônica. Neste último caso, podem parasitar a espécie humana. Bactérias exóticas, como os micoplasmas, clamídias e rickéttsias; e outras, como staphylococcus, streptococcus, são alguns organismos responsáveis por esse quadro.
Cerca de metade das doenças humanas são provocadas por bactérias. Essas infecções ocorrem geralmente pela inalação ou ingestão de tais organismos; e suas manifestações são variadas. Pele, sistema respiratório, sistema digestório, dentre outras, são as regiões que podem ser acometidas. A prevenção da maioria dessas doenças pode ser feita por meio da vacinação e adoção de medidas específicas, como lavar as mãos com frequência, e lavar e/ou ferver os alimentos antes de ingeri-los.
Graças à descoberta da capacidade que alguns fungos do Gênero Penicillium possuem de eliminar bactérias, a penicilina tornou-se um eficaz meio de se curar doenças que, outrora, eram mortais; e serviu de ponto de partida para a criação de novos antibióticos.
É importante lembrar que, no entanto, tais remédios, quando mal administrados, podem provocar a seleção de bactérias mais resistentes, possibilitando a piora do quadro da pessoa acometida, e também o surgimento de “superbactérias”. Por esse motivo é que os antibióticos só devem ser utilizados quando são solicitados pelos médicos, nas doses e com a frequência de uso indicada.
Em razão do abuso no uso dessas substâncias, em 26/10/2010, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária, ANVISA, publicou uma resolução estabelecendo critérios para sua prescrição e comercialização. Dentre outras disposições, a resolução obriga a venda de antibióticos somente sob prescrição médica, em receita de duas vias, na qual uma delas fica retida na farmácia.
Considerando todos os aspectos expostos, essa seção tem como objetivo fornecer um bom acervo sobre as doenças bacterianas, auxiliando tanto em pesquisas escolares quanto para orientação do público em geral. Tais informações podem ser bastante significativas no que diz respeito à sua prevenção.
FONTE: http://www.mundoeducacao.com.br/doencas/doencas-por-bacterias.htm
Cerca de metade das doenças humanas são provocadas por bactérias. Essas infecções ocorrem geralmente pela inalação ou ingestão de tais organismos; e suas manifestações são variadas. Pele, sistema respiratório, sistema digestório, dentre outras, são as regiões que podem ser acometidas. A prevenção da maioria dessas doenças pode ser feita por meio da vacinação e adoção de medidas específicas, como lavar as mãos com frequência, e lavar e/ou ferver os alimentos antes de ingeri-los.
Graças à descoberta da capacidade que alguns fungos do Gênero Penicillium possuem de eliminar bactérias, a penicilina tornou-se um eficaz meio de se curar doenças que, outrora, eram mortais; e serviu de ponto de partida para a criação de novos antibióticos.
É importante lembrar que, no entanto, tais remédios, quando mal administrados, podem provocar a seleção de bactérias mais resistentes, possibilitando a piora do quadro da pessoa acometida, e também o surgimento de “superbactérias”. Por esse motivo é que os antibióticos só devem ser utilizados quando são solicitados pelos médicos, nas doses e com a frequência de uso indicada.
Em razão do abuso no uso dessas substâncias, em 26/10/2010, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária, ANVISA, publicou uma resolução estabelecendo critérios para sua prescrição e comercialização. Dentre outras disposições, a resolução obriga a venda de antibióticos somente sob prescrição médica, em receita de duas vias, na qual uma delas fica retida na farmácia.
Considerando todos os aspectos expostos, essa seção tem como objetivo fornecer um bom acervo sobre as doenças bacterianas, auxiliando tanto em pesquisas escolares quanto para orientação do público em geral. Tais informações podem ser bastante significativas no que diz respeito à sua prevenção.
FONTE: http://www.mundoeducacao.com.br/doencas/doencas-por-bacterias.htm
REINO MONERA: OS SERES PROCARIONTES – BACTÉRIAS E ARQUEAS
REINO MONERA: OS SERES PROCARIONTES – BACTÉRIAS E ARQUEAS
Reino de seres vivos representados por dois sub-reinos, o das Bactérias e o das Arqueas. As Arqueas são seres geralmente encontrados em ambientes extremos (salinidade, temperatura, pH…) e diferem das Bactérias por possuírem parede celular de composição distinta (algumas não possuem parede) e apresentarem organização gênica mais semelhante à dos seres eucariontes, sendo efetivamente mais proximamente relacionadas a eles do que com as bactérias. A maioria do que será visto aqui é referente às bactérias, pois são os principais representantes do Reino Monera.
As bactérias e arqueas são seres:
◦Unicelulares, que podem viver isolados ou em colônias.
◦PROCARIONTES, ou seja, não possuem compartimentos membranosos internos, como a membrana nuclear (CARIOTECA). Os outros 4 Reinos de seres vivos são de seres eucariontes.
◦OBS: Recentemente foram descobertos em bactérias, compartimentos membranosos semelhantes aos acidocalcissomos de eucariontes, cujas funções parecem estar relacionadas ao armazenamento de íons Ca+2, metabolismo energético e regulação do pH celular.
◦Autotróficos ou heterótrofos, aeróbios ou anaeróbios.
As células bacterianas medem aproximadamente 0,2 e 1,5 µm, e são constituídas de:
◦Um citoplasma, contendo ribossomos e o NUCLEÓIDE, o cromossomo bacteriano, que tem formato circular. Além desta molécula de DNA, há outras, também circulares, porém menores e acessórias, os PLASMÍDIOS, que geralmente contém genes que conferem resistência contra antibióticos e podem ser replicados e transferidos de uma célula a outra.
◦A membrana plasmática, que delimita o citoplasma, e assim como as das células eucarióticas é constituída de uma bicamada fosfolipídica contendo proteínas.
◦A PAREDE CELULAR, um envoltório rígido que determina a forma da célula bacteriana. É constituída de PEPTIDIOGLICANOS, polímeros de carboidratos interligados por proteínas. Algumas bactérias e Arqueas não possuem parede, e as paredes das Arqueas são constituídas de proteínas e polissacarídios, apesar de que algumas possuem peptidioglicanos, mas distintos dos das bactérias.
◦Podem apresentar um ou mais FLAGELOS, estruturas utilizadas para a locomoção, geralmente constituídas de um longo filamento que se estende a partir da superfície da célula, associado a um motor localizado na membrana e parede celular. Este motor pode girar até 15 mil vezes por minuto. (os flagelos bacterianos apresentam composição e funcionamento distintos dos flagelos de células eucarióticas).
◦Algumas bactérias secretam para o seu exterior uma cobertura gelatinosa, composta de proteínas e/ou polissacarídios, chamada CÁPSULA BACTERIANA. Esta estrutura dificulta a fagocitose das bactérias por parte das células fagocitárias do sistema imune (macrófagos e monócitos).
Algumas bactérias podem se apresentar na forma de ENDÓSPOROS, uma forma de resistência. Quando as condições ambientais são adversas, dá-se início a um processo em que a célula desidrata, duplica seu cromossomo e forma uma parede espessa ao redor de um dos cromossomos. Esta estrutura não apresenta metabolismo, mas pode ser reativada quando as condições ambientais voltam a ser favoráveis.
No que diz respeito à parede celular, as bactérias podem ser classificadas em dois grupos de acordo com o método de coloração de Gram. Este método consiste em submeter as bactérias a um tratamento com dois corantes, um violeta e um rosa, e após o tratamento pode se identificar dois tipos distintos de bactérias:
◦Gram positivas: Apresentarão coloração violeta. Possuem uma parede celular espessa. (Membrana plasmática – Parede celular).
◦Gram negativas: Apresentarão coloração rosa (ou vermelha), pois não retém o corante violeta. Possuem uma parede celular mais fina, recoberta por outra membrana. (Membrana plasmática – Parede celular – Membrana externa).
No que diz respeito à forma, podem ser:
◦Unicelulares:
◦Cocos: Formato esférico.
◦Bacilo: Formato de bastonete.
◦Vibrião: formato de vírgula.
◦Espirilo: Formato espiralado.
◦Colônias:
◦Diplococos, estreptococos, sarcinas (cubo) e estafilococos (cacho).
◦Diplobacilos e estreptobacilos.
NUTRIÇÃO
Basicamente, as bactérias podem ser heterótrofas ou autótrofas, sendo que a maioria é heterótrofa:
◦As AUTÓTROFAS são as que produzem as substâncias que lhes servem de alimento.
◦Fotossintetizantes: Utilizam a luz como fonte de energia para produzir seu alimento. 6CO2 + 12 H2O -(luz e clorofila)> C6H12O6 + 6O2 + 6H2O
◦Quimiossintetizantes:Utilizam reações inorgânicas exotérmicas de oxidação-redução como fonte de energia para produzir seu alimento. Exemplos, as bactérias nitrificantes:
◦Nitrosomonas: 2NH3 +3O2 > 2NO2- + 2H2O + 2H+ + Energia!
◦Nitrobacter: 2NO2- + O2 > 2NO3- + Energia!
◦As HETERÓTROFAS, ao contrário das autótrofas, não conseguem produzir as substâncias que utilizariam como alimento, sendo assim, têm de adquirir estas substâncias através da alimentação.
◦Respiradoras: Executam o processo de respiração celular, no qual uma molécula orgânica é degradada a compostos inorgânicos, liberando energia.
◦Aeróbicas: Degradam substâncias orgânicas com a participação de O2 (aceptor de H+ liberados pela oxidação da molécula orgânica).
◦Anaeróbicas: Degradam substâncias orgânicas com a utilização de substâncias inorgânicas, no lugar do O2.
◦
◦
◦
◦Facultativas: Podem obter energia tanto via respiração (com O2) quanto via fermentação (sem O2).
◦Obrigatórias: Não toleram a presença do O2. Exemplo: Clostridium tetani, a bactéria do tétano (rinse com H2O2).
◦
◦Fermentadoras: Realizam o processo de fermentação, em que moléculas orgânicas ricas em energia são degradadas de forma incompleta, gerando menos energia: Glicose > 2 Ácido pirúvico + Produto específico (álcool, ácido láctico, ácido acético…) + Energia! Notar que o O2 não faz parte da reação.
*Dentre as bactérias heterótrofas temos ainda outras denominações:
◦As SAPROFÁGICAS: Obtêm seu alimento a partir da matéria orgânica morta, como cadáveres. Sendo assim, atuam como DECOMPOSITORAS, reciclando a matéria orgânica complexa, ao transformá-la em matéria orgânica simples, que pode ser utilizada por outros seres vivos.
◦As PARASITAS: Obtêm seu alimento instalando-se nos organismos ainda vivos, podendo causar doenças.
REPRODUÇÃO
As bactérias reproduzem-se de forma assexuada por DIVISÃO BINÁRIA, processo em que uma célula duplica seu DNA, e divide-se em duas (idênticas).
Apesar das bactérias não apresentarem reprodução sexuada, podem adquirir seqüências de DNA, contendo genes, de outras bactérias, processo denominado RECOMBINAÇÃO GÊNICA. Pode se dar de três formas básicas:
◦TRANSFORMAÇÃO: Absorção de moléculas de DNA dispersas no ambiente, provenientes de bactérias mortas.
◦TRANSDUÇÃO: Transferência de seqüências de DNA de uma bactéria para outra, a partir de um bacteriófago. Neste caso, a montagem do bacteriófago ocorreu de forma errônea, e ao invés de seu capsídio conter o material genético viral, na verdade contém uma seqüência do DNA da bactéria que ele havia infectado. Ao infectar outra bactéria, injeta este DNA, que pode se incorporar ao cromossomo da bactéria que está sendo invadida agora.
◦CONJUGAÇÃO: Transferência direta de DNA entre duas bactérias através de um tubo protéico chamado PILI.
AS BACTÉRIAS E O CICLO BIOGEOQUÍMICO DO NITROGÊNIO
Para que possa ser absorvido pelos seres vivos, o elemento N, na forma de gás nitrogênio, N2 é inicialmente absorvido pelas BACTÉRIAS FIXADORAS DE NITROGÊNIO. Elas converterão o N2 em amônia, NH3, que por sua vez, pode ser absorvido por algumas plantas. Outras bactérias, as chamadas BACTÉRIAS NITRIFICANTES, transformam o NH3 (ou NH4+) em Nitrato, NO3-. Sendo que os nitratos são as substâncias contendo nitrogênio mais facilmente absorvidas pelas plantas. Isto se dá em duas etapas:
◦Bactérias do gênero Nitrosomonas convertem a amônia ou o amônio em nitrito: 2NH3 +3O2 > 2NO2- + 2H2O + 2H+ + Energia!
◦Bactérias do gênero Nitrobacter convertem o nitrito em nitrato: 2NO2- + O2 > 2NO3- + Energia!
As bactérias fixadoras do gênero Rhizobium são capazes de infectar as raízes das plantas leguminosas, e viver de forma simbiótica com elas ao formar NÓDULOS (tumores). A bactéria absorve o N2, e compartilha com a planta as substâncias nitrogenadas que produz, ao passo que a planta fornece outras substâncias orgânicas às bactérias. Como estas plantas se tornam muito eficientes no processo de fixação de nitrogênio, ao morrerem, acabam fertilizando o solo, pois liberam o nitrogênio na forma de amônia.
Além dos processos de fixação e nitrificação, outras bactérias são capazes de converter o NO3- em N2, devolvendo o elemento N para a atmosfera. Estas são as BACTÉRIAS DESNITRIFICANTES e o processo pelo qual fazem isso é chamado DESNITRIFICAÇÃO.
BACTÉRIAS E BIOTECNOLOGIA
As bactérias têm sido intensamente utilizadas nos processos de EXPRESSÃO DE GENES HETERÓLOGOS, ou seja, inserir no genoma bacteriano genes de outros tipos de seres vivos, como o gene da insulina humana, para que elas possam produzi-los com fins comerciais. Basicamente, este processo é feito com o uso das chamadas ENZIMAS DE RESTRIÇÃO, que são enzimas produzidas pelas bactérias cujo intuito é cortar, em pontos específicos, o DNA de bacteriófagos que venham a infectá-las. Acontece que, pode se utilizar estas mesmas enzimas para se cortar qualquer molécula de DNA. Sendo assim, utiliza-se estas enzimas para se inserir genes de interesse (como o da insulina humana) em plasmídios bacterianos. Os plasmídios contendo os genes de interesse são então introduzidos nas bactérias e elas passam a produzir a proteína heteróloga.
As bactérias também podem ser utilizadas para se produzir plantas transgênicas. Isso é feito com o uso da bactéria Agrobacterium tumefaciens que apresenta o chamado PLASMÍDIO Ti, indutor de tumor. Esta bactéria tem a capacidade de inserir parte do plasmídio Ti no cromossomo das células das raízes de certas plantas e desta forma induzir a célula a se multiplicar, originando um tumor (daí o nome Ti). O número aumentado de células da planta produz as substâncias que a bactéria necessita. Pode se desenvolver plantas transgênicas ao infectar células vegetais com bactérias contendo um Ti modificado, em que se substitui os genes indutores de tumor por algum outro de interesse, como genes que confiram resistência contra herbicidas.
DOENÇAS CAUSADAS POR BACTÉRIAS
Em geral, as bactérias parasitas instalam-se em meio às células dos tecidos, onde podem causar dano ao destruir as células diretamente, ou produzirem substâncias tóxicas que terminam por causar danos a elas.
A prevenção e o tratamento geralmente se dão com o uso de vacinas e antibióticos. Os ANTIBIÓTICOS são substâncias produzidas por microrganismos, capazes de matar ou inibir a proliferação de outros microrganismos. Por exemplo, a penicilina é um antibiótico produzido pelos fungos do gênero Penicillium, e esta substância é capaz de impedir que a bactéria sintetize sua parede celular, então a bactéria lisa e morre.
Reino de seres vivos representados por dois sub-reinos, o das Bactérias e o das Arqueas. As Arqueas são seres geralmente encontrados em ambientes extremos (salinidade, temperatura, pH…) e diferem das Bactérias por possuírem parede celular de composição distinta (algumas não possuem parede) e apresentarem organização gênica mais semelhante à dos seres eucariontes, sendo efetivamente mais proximamente relacionadas a eles do que com as bactérias. A maioria do que será visto aqui é referente às bactérias, pois são os principais representantes do Reino Monera.
As bactérias e arqueas são seres:
◦Unicelulares, que podem viver isolados ou em colônias.
◦PROCARIONTES, ou seja, não possuem compartimentos membranosos internos, como a membrana nuclear (CARIOTECA). Os outros 4 Reinos de seres vivos são de seres eucariontes.
◦OBS: Recentemente foram descobertos em bactérias, compartimentos membranosos semelhantes aos acidocalcissomos de eucariontes, cujas funções parecem estar relacionadas ao armazenamento de íons Ca+2, metabolismo energético e regulação do pH celular.
◦Autotróficos ou heterótrofos, aeróbios ou anaeróbios.
As células bacterianas medem aproximadamente 0,2 e 1,5 µm, e são constituídas de:
◦Um citoplasma, contendo ribossomos e o NUCLEÓIDE, o cromossomo bacteriano, que tem formato circular. Além desta molécula de DNA, há outras, também circulares, porém menores e acessórias, os PLASMÍDIOS, que geralmente contém genes que conferem resistência contra antibióticos e podem ser replicados e transferidos de uma célula a outra.
◦A membrana plasmática, que delimita o citoplasma, e assim como as das células eucarióticas é constituída de uma bicamada fosfolipídica contendo proteínas.
◦A PAREDE CELULAR, um envoltório rígido que determina a forma da célula bacteriana. É constituída de PEPTIDIOGLICANOS, polímeros de carboidratos interligados por proteínas. Algumas bactérias e Arqueas não possuem parede, e as paredes das Arqueas são constituídas de proteínas e polissacarídios, apesar de que algumas possuem peptidioglicanos, mas distintos dos das bactérias.
◦Podem apresentar um ou mais FLAGELOS, estruturas utilizadas para a locomoção, geralmente constituídas de um longo filamento que se estende a partir da superfície da célula, associado a um motor localizado na membrana e parede celular. Este motor pode girar até 15 mil vezes por minuto. (os flagelos bacterianos apresentam composição e funcionamento distintos dos flagelos de células eucarióticas).
◦Algumas bactérias secretam para o seu exterior uma cobertura gelatinosa, composta de proteínas e/ou polissacarídios, chamada CÁPSULA BACTERIANA. Esta estrutura dificulta a fagocitose das bactérias por parte das células fagocitárias do sistema imune (macrófagos e monócitos).
Algumas bactérias podem se apresentar na forma de ENDÓSPOROS, uma forma de resistência. Quando as condições ambientais são adversas, dá-se início a um processo em que a célula desidrata, duplica seu cromossomo e forma uma parede espessa ao redor de um dos cromossomos. Esta estrutura não apresenta metabolismo, mas pode ser reativada quando as condições ambientais voltam a ser favoráveis.
No que diz respeito à parede celular, as bactérias podem ser classificadas em dois grupos de acordo com o método de coloração de Gram. Este método consiste em submeter as bactérias a um tratamento com dois corantes, um violeta e um rosa, e após o tratamento pode se identificar dois tipos distintos de bactérias:
◦Gram positivas: Apresentarão coloração violeta. Possuem uma parede celular espessa. (Membrana plasmática – Parede celular).
◦Gram negativas: Apresentarão coloração rosa (ou vermelha), pois não retém o corante violeta. Possuem uma parede celular mais fina, recoberta por outra membrana. (Membrana plasmática – Parede celular – Membrana externa).
No que diz respeito à forma, podem ser:
◦Unicelulares:
◦Cocos: Formato esférico.
◦Bacilo: Formato de bastonete.
◦Vibrião: formato de vírgula.
◦Espirilo: Formato espiralado.
◦Colônias:
◦Diplococos, estreptococos, sarcinas (cubo) e estafilococos (cacho).
◦Diplobacilos e estreptobacilos.
NUTRIÇÃO
Basicamente, as bactérias podem ser heterótrofas ou autótrofas, sendo que a maioria é heterótrofa:
◦As AUTÓTROFAS são as que produzem as substâncias que lhes servem de alimento.
◦Fotossintetizantes: Utilizam a luz como fonte de energia para produzir seu alimento. 6CO2 + 12 H2O -(luz e clorofila)> C6H12O6 + 6O2 + 6H2O
◦Quimiossintetizantes:Utilizam reações inorgânicas exotérmicas de oxidação-redução como fonte de energia para produzir seu alimento. Exemplos, as bactérias nitrificantes:
◦Nitrosomonas: 2NH3 +3O2 > 2NO2- + 2H2O + 2H+ + Energia!
◦Nitrobacter: 2NO2- + O2 > 2NO3- + Energia!
◦As HETERÓTROFAS, ao contrário das autótrofas, não conseguem produzir as substâncias que utilizariam como alimento, sendo assim, têm de adquirir estas substâncias através da alimentação.
◦Respiradoras: Executam o processo de respiração celular, no qual uma molécula orgânica é degradada a compostos inorgânicos, liberando energia.
◦Aeróbicas: Degradam substâncias orgânicas com a participação de O2 (aceptor de H+ liberados pela oxidação da molécula orgânica).
◦Anaeróbicas: Degradam substâncias orgânicas com a utilização de substâncias inorgânicas, no lugar do O2.
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◦Facultativas: Podem obter energia tanto via respiração (com O2) quanto via fermentação (sem O2).
◦Obrigatórias: Não toleram a presença do O2. Exemplo: Clostridium tetani, a bactéria do tétano (rinse com H2O2).
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◦Fermentadoras: Realizam o processo de fermentação, em que moléculas orgânicas ricas em energia são degradadas de forma incompleta, gerando menos energia: Glicose > 2 Ácido pirúvico + Produto específico (álcool, ácido láctico, ácido acético…) + Energia! Notar que o O2 não faz parte da reação.
*Dentre as bactérias heterótrofas temos ainda outras denominações:
◦As SAPROFÁGICAS: Obtêm seu alimento a partir da matéria orgânica morta, como cadáveres. Sendo assim, atuam como DECOMPOSITORAS, reciclando a matéria orgânica complexa, ao transformá-la em matéria orgânica simples, que pode ser utilizada por outros seres vivos.
◦As PARASITAS: Obtêm seu alimento instalando-se nos organismos ainda vivos, podendo causar doenças.
REPRODUÇÃO
As bactérias reproduzem-se de forma assexuada por DIVISÃO BINÁRIA, processo em que uma célula duplica seu DNA, e divide-se em duas (idênticas).
Apesar das bactérias não apresentarem reprodução sexuada, podem adquirir seqüências de DNA, contendo genes, de outras bactérias, processo denominado RECOMBINAÇÃO GÊNICA. Pode se dar de três formas básicas:
◦TRANSFORMAÇÃO: Absorção de moléculas de DNA dispersas no ambiente, provenientes de bactérias mortas.
◦TRANSDUÇÃO: Transferência de seqüências de DNA de uma bactéria para outra, a partir de um bacteriófago. Neste caso, a montagem do bacteriófago ocorreu de forma errônea, e ao invés de seu capsídio conter o material genético viral, na verdade contém uma seqüência do DNA da bactéria que ele havia infectado. Ao infectar outra bactéria, injeta este DNA, que pode se incorporar ao cromossomo da bactéria que está sendo invadida agora.
◦CONJUGAÇÃO: Transferência direta de DNA entre duas bactérias através de um tubo protéico chamado PILI.
AS BACTÉRIAS E O CICLO BIOGEOQUÍMICO DO NITROGÊNIO
Para que possa ser absorvido pelos seres vivos, o elemento N, na forma de gás nitrogênio, N2 é inicialmente absorvido pelas BACTÉRIAS FIXADORAS DE NITROGÊNIO. Elas converterão o N2 em amônia, NH3, que por sua vez, pode ser absorvido por algumas plantas. Outras bactérias, as chamadas BACTÉRIAS NITRIFICANTES, transformam o NH3 (ou NH4+) em Nitrato, NO3-. Sendo que os nitratos são as substâncias contendo nitrogênio mais facilmente absorvidas pelas plantas. Isto se dá em duas etapas:
◦Bactérias do gênero Nitrosomonas convertem a amônia ou o amônio em nitrito: 2NH3 +3O2 > 2NO2- + 2H2O + 2H+ + Energia!
◦Bactérias do gênero Nitrobacter convertem o nitrito em nitrato: 2NO2- + O2 > 2NO3- + Energia!
As bactérias fixadoras do gênero Rhizobium são capazes de infectar as raízes das plantas leguminosas, e viver de forma simbiótica com elas ao formar NÓDULOS (tumores). A bactéria absorve o N2, e compartilha com a planta as substâncias nitrogenadas que produz, ao passo que a planta fornece outras substâncias orgânicas às bactérias. Como estas plantas se tornam muito eficientes no processo de fixação de nitrogênio, ao morrerem, acabam fertilizando o solo, pois liberam o nitrogênio na forma de amônia.
Além dos processos de fixação e nitrificação, outras bactérias são capazes de converter o NO3- em N2, devolvendo o elemento N para a atmosfera. Estas são as BACTÉRIAS DESNITRIFICANTES e o processo pelo qual fazem isso é chamado DESNITRIFICAÇÃO.
BACTÉRIAS E BIOTECNOLOGIA
As bactérias têm sido intensamente utilizadas nos processos de EXPRESSÃO DE GENES HETERÓLOGOS, ou seja, inserir no genoma bacteriano genes de outros tipos de seres vivos, como o gene da insulina humana, para que elas possam produzi-los com fins comerciais. Basicamente, este processo é feito com o uso das chamadas ENZIMAS DE RESTRIÇÃO, que são enzimas produzidas pelas bactérias cujo intuito é cortar, em pontos específicos, o DNA de bacteriófagos que venham a infectá-las. Acontece que, pode se utilizar estas mesmas enzimas para se cortar qualquer molécula de DNA. Sendo assim, utiliza-se estas enzimas para se inserir genes de interesse (como o da insulina humana) em plasmídios bacterianos. Os plasmídios contendo os genes de interesse são então introduzidos nas bactérias e elas passam a produzir a proteína heteróloga.
As bactérias também podem ser utilizadas para se produzir plantas transgênicas. Isso é feito com o uso da bactéria Agrobacterium tumefaciens que apresenta o chamado PLASMÍDIO Ti, indutor de tumor. Esta bactéria tem a capacidade de inserir parte do plasmídio Ti no cromossomo das células das raízes de certas plantas e desta forma induzir a célula a se multiplicar, originando um tumor (daí o nome Ti). O número aumentado de células da planta produz as substâncias que a bactéria necessita. Pode se desenvolver plantas transgênicas ao infectar células vegetais com bactérias contendo um Ti modificado, em que se substitui os genes indutores de tumor por algum outro de interesse, como genes que confiram resistência contra herbicidas.
DOENÇAS CAUSADAS POR BACTÉRIAS
Em geral, as bactérias parasitas instalam-se em meio às células dos tecidos, onde podem causar dano ao destruir as células diretamente, ou produzirem substâncias tóxicas que terminam por causar danos a elas.
A prevenção e o tratamento geralmente se dão com o uso de vacinas e antibióticos. Os ANTIBIÓTICOS são substâncias produzidas por microrganismos, capazes de matar ou inibir a proliferação de outros microrganismos. Por exemplo, a penicilina é um antibiótico produzido pelos fungos do gênero Penicillium, e esta substância é capaz de impedir que a bactéria sintetize sua parede celular, então a bactéria lisa e morre.
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